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Interior

31/08/2017 10:11

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Homem que matou colega em 'festa de família' presta depoimento e alega legítima defesa

A briga entre os familiares teria começado após o sumiço de uma chave

Hugo Aparecido Sinfronio, 41 anos, morador em Fátima do Sul se apresentou na tarde de quarta-feira (30), no 2°Distrito Policial em Dourados. Ele confessou ter feito disparos durante festa de família ocorrida no distrito de Indápolis, no último domingo, mas diz "não ter visto se atingiu alguém". Ele alega legítima defesa no caso. Na confusão, Reinaldo de Oliveira Alves, 35 anos, acabou morto.

Conforme o site Si Liga News, o depoimento prestado pelo suspeito para ao delegado José Carlos Almussa, ele estaria junto a família desde às 8h, em um local que ocorria um churrasco próximo a casa onde ocorreu os disparos por volta das 18h.

Ainda no churrasco, ocorreu a discussão pelo sumiço de uma chave dele com a esposa. Neste momento, os cunhados dele e outros familiares teriam entrado na briga, a qual acabou sendo interrompida pelo proprietário do local que pediu que parassem, segundo ele. Todos resolveram deixar o local.

Ele afirma que, por não ter encontrado a chave, foi para a casa dos familiares empurrando sua motocicleta, sendo que sua esposa foi com o carro que estava sob responsabilidade dele, pertencente à empresa em que trabalha.

Quando eles chegaram na residência, os familiares teriam tornado a discutir com ele, momento em que um cunhado dele, o "Ramalho" quebrou o vidro do carro com socos.

Ele afirma que tentou contato com a Polícia Militar por três vezes, mas não conseguiu atendimento. Após isso, ele conta que entrou na casa e pegou a arma calibre 38 e efetuou disparos para o alto, deixou o local a pé e "não viu se atingiu alguém".

No trajeto, ele cita notar ter sido perseguido, sem ser possível identificar por quem, momento em que se escondeu em uma valeta.

Hugo alega que, quando fugiu, perdeu a arma a qual efetuou os disparos. Ele foi ouvido e liberado pela Polícia Civil que pretende ouvir outras pessoas presentes na confusão.

O delegado destacou que responde em liberdade, no entanto, não é descartado que ele tenha a prisão decretada se assim os levantamentos apontarem.

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