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Interior

Preso segundo suspeito de envolvimento em assalto a banco de Sonora

19 maio 2016 - 09h22Por Redação

José Ronaldo dos Santos, de 41 anos, mais conhecido como Aldo, foi preso por volta das 16h da segunda-feira (16) em Várzea Grande (MT) durante “Operação Sonora/Novo Cangaço” desencadeada pela Polícia Civil de Sonora e pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), com apoio das polícias de Mato Grosso. Ele é a segunda pessoa presa suspeita de envolvimento no assalto a agência do Banco do Brasil em Sonora, ocorrido em 18 de abril deste ano.

Segundo informações policiais, Aldo foi localizado após o cruzamento de informações entre as polícias de Mato Grosso do Sul e o GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado)de Mato Grosso. Com um mandado de prisão temporária em aberto, ele foi preso com a caminhonete Mitsubishi L-200 com placas de Cuiabá (MT), que havia sido usada para dar apoio ao bando durante o assalto e estava sendo rastreada pela operação.

Com ele os policiais também apreenderam um cordel de detonação usado para explosões e um freezer, supostamente comprado com o dinheiro levado da agência.

Aldo já havia sido condenado há mais de 11 anos de prisão por este tipo de crime, cumpria pena no regime semiaberto e inclusive estava usando uma tornozeleira eletrônica, equipamento usado para monitorar presos.

Ainda segundo a polícia, Aldo confessou que recebeu R$ 40 mil do dinheiro roubado do banco. Na noite desta quarta-feira (19) ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Sonora, onde permanecerá a disposição da Justiça.

Outra prisão

No dia 3 de maio, um homem identificado apenas como Cabral, foi preso em uma residência do bairro Santa Tereza em Poconé (MT) suspeito de ter participado do assalto ao Banco do Brasil de Sonora. Na casa a polícia localizou uma espingarda e algumas porções de entorpecentes.

A ação envolveu policiais do Garras, Polícia Civil de Poconé e o GCCO.

O roubo

Fortemente armados com explosivos, fuzis calibre 5,56 mm, submetralhadoras calibre 9mm, entre outros armamentos de grosso calibre, cerca de 15 homens em pelo menos quatro veículos participaram da ação que durou cerca de 40 minutos.

Parte dos integrantes arrombou a agência com explosivos e pegou o dinheiro de dois cofres. Eles renderam dois homens que passavam pelo local e os obrigaram a ajudar a carregar o dinheiro até os carros.

Simultaneamente, outros quatro homens alvejaram a tiros as sedes da Delegacia de Polícia Civil e do Pelotão da Polícia Militar para encurralar os policiais e destruíram todas as viaturas das unidades. O prédio e o almoxarifado da Prefeitura também foram alvejados, assim como os postes de iluminação.

Os bandidos também dispararam tiros em frente às casas de militares que estavam em folga, para impedir que saíssem. Ao ouvir os tiros, um tratorista de 43 anos, saiu para o quintal da casa dele e foi atingido na perna por uma bala perdida.

Segundo a polícia, foram feitos, ao todo, mais de 100 tiros de fuzis. O bando fugiu da cidade levando cerca de R$ 1 milhão e dois reféns, porém. As vítimas foram abandonadas poucos quilômetros depois.