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Polícia

há 1 mês

Ex-marido confessa que utilizou aerosol e isqueiro para atear fogo na esposa em Paranhos

Feminicídio ocorreu no Dia Internacional das Mulheres

O ex-companheiro de Ereni Benites, de 44 anos, morta no último domingo (8), confessou a autoria do crime a polícia. Ereni foi morta carbonizada dentro da própria casa, na comunidade Tekoha Paraguassu, no município de Paranhos, a 470 quilômetros de Campo Grande, e até o momento o principal suspeito era o homem, de 52 anos, identificado apenas pelas iniciais J.F.

Segundo as investigações da polícia, a vítima havia deixado o local onde estava ingerindo bebidas alcoólicas e se deslocado até sua residência para dormir, momentos antes do incêndio. Confrontado com novos elementos colhidos na investigação, o homem confessou a autoria do crime. 

Em depoimento, ele revelou que utilizou um desodorante aerossol juntamente com um isqueiro para atear fogo na residência, o que rapidamente causou a propagação das chamas. A polícia encontrou perto do local do crime os itens citados pelo homem. O autor foi preso de forma preventiva e o caso segue em investigação. 

Ereni era indígena da etnia Kaiowá e o crime causou comoção por ter ocorrido no Dia Internacional das Mulheres. A Assembleia das Mulheres Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul (Kuñangue Aty Guasu) publicou uma nota nas redes sociais denunciando o incêndio como um ato criminoso. Segundo as informações divulgadas pela organização, o corpo da mulher foi encontrado com 100% de carbonização. 

 

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