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Polícia

Gaeco mira organização criminosa que distribui drogas em MS e mais 5 estados

Atuação estavam estritamente ligada aos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e São Paulo

31 outubro 2023 - 14h51Por Vinicius Costa

Durante a manhã desta terça-feira (31), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) esteve nas ruas cumprindo 33 mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Ponta Porã e em cidades de mais 5 estados, contra uma organização criminosa que atua no tráfico interestadual.

O grupo contava com uma sofisticada rede de colaboradores em Mato Grosso do Sul, mas tinha seus integrantes em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.

A investigação por parte das autoridades durou aproximadamente 18 meses e permitiu que nesse período fossem apreendidas pouco mais de 17 toneladas de maconha que pertenciam à organização criminosa, além da prisão em flagrante de 15 de seus membros.

Conforme divulgado pelo Ministério Público, as investigações revelaram que a organização criminosa alvo do GAECO/MPMS é especializada na remessa de grandes quantidades de drogas (maconha) para outros estados da Federação, sobretudo São Paulo e Minas Gerais. 

Em sua logística, o grupo criminoso contava com integrantes que exerciam funções diversas, tais como as de gerenciar e coordenar a atividade desde a aquisição das cargas de drogas nas cidades sul-mato-grossenses situadas na fronteira com o país produtor da droga até o transporte ao destino final e também aqueles que serviam como motoristas das cargas, “batedores”, auxiliares de carga/descarga dos caminhões.

O nome da operação 'Entrepostos' faz alusão ao fato de que a organização criminosa locava grandes galpões ou barracões em Campo Grande, que serviam de entreposto para o armazenamento temporário das cargas de drogas vindas da cidade fronteiriça de Ponta Porã, sendo que nesses locais ocorria o carregamento e a mescla com a carga lícita nos grandes caminhões de carga que realizavam o transporte para o destino final, que seriam traficantes residentes em outras unidades federativas, tais como São Paulo e Minas Gerais.