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Polícia

14/08/2017 19:00

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Garçom denunciado por homofobia nega crime e irá prestar queixa contra jovem

Ele nega que tenha agredido a jovem e disse que ela chegou no local visivelmente bêbada

O garçom Vanildo Bezerra, funcionário da Churrascaria Xavier, onde supostamente a jovem Larissa Alves Martins teria sido agredida no último sábado (12), nega o fato e disse que vai prestar queixa contra a moça.

Segundo o garçom, Larissa já chegou ao estebelecimento bêbada e causou toda a confusão por causa de uma cerveja. "Ela e a namorada chegaram ao local por volta das 16hrs, sentaram do lado de fora e, perto das 18h30, ela entrou e perguntou o preço de uma cerveja. Quando eu falei, ela começou a gritar falando que a cerveja era cara demais e a confusão começou", explicou.

Vanildo contou que a suposta vítima teria começado a gritar dentro do estabelecimento, visivelmente alterada, quando ele encostou nela, pedindo que ela se retirasse do local. "Foi aí que ela cuspiu no meu rosto, me deu um chute e começou a me xingar. Depois, ela se jogou no chão", explicou.

Nesse momento, o gerente do local, Diego Dias de Carvalho, chegou e, com a ajuda de funcionários, separou a confusão. "Eu nunca cuspi na cara dela. O gerente mandou que eu fosse para os fundos do estabelecimento para acabar com a briga", disse.

Vanildo nega que a confusão tenha sido causada por homofobia. "Eu respeito e atendo todos que chegam aqui. Eu respeito, mas também quero ser respeitado", ressaltou. O garçom também disse que vai prestar queixa contra a jovem. "Vou registrar boletim de ocorrência contra ela também. Nunca fugi do local como disseram".

O gerente da churrascaria disse que pegou a confusão no final e também afirmou que o funcionário não deixou o local após a polícia ser acionada. "Ele estava lá dentro para evitar que ela continuasse gritando. A polícia chegou e, quando viram o estado de embriaguez que ela estava, nem pediram para falar com o meu garçom", explicou. Ele também ressaltou que a churrascaria funciona sob nova direção há três meses e qualquer outra confusão ou indícios de homofobia não ocorreram no local nesse tempo. 

A funcionária de um estabelecimento da região presenciou a cena e disse que em momento algum o garçom agrediu a jovem. "Ela já chegou no local bêbada e, inclusive, estava fazendo bagunça e falando alto na rua. Ela batia na mesa e chegou a jogar uma cadeira no chão. Ela falava nada com nada", disse a jovem de 21 anos.

"Na churrascaria não tem ninguém homofóbico, atendem todos igualmente", defendeu.

 

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