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Polícia

Joice vai para o semiaberto, condenada a 7 anos de prisão

Cabeleireira foi condenada pela morte de Camilo de Freitas, em maio de 2018

22 agosto 2019 - 09h45Por Da redação/JP News

A acusação de homicídio ocorrido em circunstância de legítima defesa foi aceita pelos jurados que atuaram no julgamento da cabeleireira Joice Espíndola da Silva, realizado nesta quarta-feira (21), no Fórum de Três Lagoas. Ela foi condenada a sete anos de prisão, mas poderá cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto, com o uso de tornozeleira eletrônica.

Joice era acusada de matar o vendedor de tijolos Camilo de Freitas, durante uma briga de rua, em maio do ano passado, em um bairro da zona Norte de Três Lagoas. A sentença saiu após mais de meia hora de reunião do conselho de sentença, composto por seis mulheres e um homem. O promotor de Justiça, Moisés Casaroto, disse que pediu pena de 12 anos de prisão.

O advogado assistente de acusação, Nivaldo da Costa Moreira, disse que irá recorrer da sentença ao Tribunal de Justiça, em Campo Grande. Pereira também é responsável por um processo com pedido de indenização da viúva de Camilo, Larissa Fontoura, contra Joice, no valor de R$ 1 milhão. Familiares de Camilo deixaram o Fórum sem falar com a imprensa.

O marido de Joice, Jack Douglas da Silva, comemorou o resultado. "Deus é justo. Ela não cometeu o crime intencionalmente. E todos nós sofremos pela morte do Camilo. Agora é voltar à vida normal", disse. A testemunha Tatiana Barroso Ferreira, de 31 anos, foi retirada do julgamento, acusada de falso testemunho. Ela já estava presa preventivamente por outros crimes, no mesmo presídio onde Joice está desde a época da morte de Camilo.