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Polícia

21/09/2018 10:24

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Comparsa de serial killer nega ter ajudado a matar garoto de 13 anos

Vítima tinha 13 anos de idade e havia presenciado suposto caso de adultério

O julgamento de Luiz Alves Martins Filho, o Nando, 51, acusado de matar ao menos 14 pessoas, entre as quais um garoto de 13 anos de idade, em 2016, que ocorreria na manhã desta sexta-feira (21), em Campo Grande, foi adiado. No entanto, o comparsa dele no crime, Jean Marlon Domingues, 22, tem sido julgado desde às 8h da manhã.

Nando, morador da região do bairro Danúbio Azul, se dizia “justiceiro” e suas principais vítimas, segundo a polícia, tinha envolvimento com o consumo de droga.

No caso de hoje, Nando seria julgado pelo assassinato de Lessandro Valdonado de Souza, 13, pelo garoto ter presenciado um suposto caso de adultério.

O menino teria visto a cunhada Talita de Souza trocando carinhos com um traficante da região. Ele era o irmão do marido de Talita e ameaçou revelar o caso.

Nando, Talita e Jean Marlon resolveram matar o garoto assim que souberam da suposta revelação. Os três se juntaram e mataram Lessandro estrangulado, segundo a polícia, e enterrado o corpo perto do lixão do Jardim Veraneio. O trio está preso.

A defesa de Talita recorreu e conseguiu protelar o julgamento para uma data ainda a ser definida. Nando não foi julgado porque o defensor público que atua como seu advogado é o mesmo que defende Jean Marlon.

Ocorre que Jean Marlon disse não ter participado do crime, daí o juiz do caso Aluízio Santos viu “conflito” para a defesa e pediu que um outro defensor público fosse nomeado para agir por Nando.

De acordo com as investigações, Nando matava suas vítimas porque tinham dívidas com ele ou, simplesmente, por gosto pelo crime. As pessoas, normalmente, eram torturadas, depois mortas. Tinham entre 15 e 25 anos de idade e a maioria dependente de droga.

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