Menu
sábado, 19 de setembro de 2020
Polícia

Mulher estaciona carro em local proibido, é repreendida e joga café quente em funcionária

A motorista ficou irritada porque a vaga pertence a um estabelecimento

11 abril 2019 - 08h14Por Dany Nascimento

Um homem de 43 anos acionou a Polícia Militar na manhã de ontem (10), após ter o estacionamento particular bloqueado por um veículo e presenciar sua funcionária ser agredida pela dona do carro. O caso aconteceu na Vila Planalto, em Campo Grande.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, o comércio da vítima possui duas vagas para clientes e uma mulher teria estacionado um Fiat Uno, se deslocando até uma lanchonete.

A funcionária do estabelecimento foi até a mulher e pediu que retirasse o veículo do local, mas foi ignorada. “Não me enche, vai à mrd”, disse a dona do carro.

Minutos depois, a funcionária voltou até o local e ergueu as correntes do estacionamento. Em seguida, a mulher desferiu um empurrão e um tapa no rosto da funcionária, tentando arranhar a mesma. Após ser agredida, a funcionária ligou para a polícia e solicitou uma viatura.

Ao perceber que a mulher acionou a polícia, a condutora jogou café quente contra o rosto da vítima. Ao avistar que a mulher teria tirado foto do carro, a motorista desceu novamente do veículo e agrediu a funcionária mais uma vez antes de deixar o estacionamento fazendo ameaças.

“Você não perde por esperar”, disse a mulher. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.

Leia Também

Prefeito em MS ameaça dar tiro em bolsonaristas
Polícia
Prefeito em MS ameaça dar tiro em bolsonaristas
Chuva pode dar as caras já neste sábado e no domingo em Campo Grande
Cidade Morena
Chuva pode dar as caras já neste sábado e no domingo em Campo Grande
Brasil tem 739 mortes pela covid-19 em 24 horas, diz Ministério da Saúde
Geral
Brasil tem 739 mortes pela covid-19 em 24 horas, diz Ministério da Saúde
Saudade é tanta, que um ano após perder o filho, Thayelle ainda escuta Miguel chamar
Entrevistas
Saudade é tanta, que um ano após perder o filho, Thayelle ainda escuta Miguel chamar