Tribunal de Contas
(67) 99826-0686
Camara - marco

Polícia Civil esclarece que não recebeu laudo de psiquiatra

Nota oficial

29 OUT 2013
Leticia Daniel
18h12min
Fotografia: Reginaldo Lacerda

A Delegacia Geral de Polícia Civil divulgou hoje(29), uma nota de esclarecimento sobre o falecimento do investigador de polícia judiciária Marlon Robin de Melo(37). O crime aconteceu na tarde ontem (28), na Rua 26 de Agosto, esquina com a Rua 13 de Maio, na Capital.

 

Segundo a DGPC, as investigações preliminares e a perícia realizada no local, apontam que Marlon após uma discussão com a mulher Márcia Alves de Holanda (36), teria atirado cinco vezes contra ela e, em seguida, cometido suicídio com um tiro na cabeça.

 

A DGPC ainda afirma, que a Polícia Civil não recebeu nenhum pedido de psiquiatra para que fosse retirada a arma do investigador ou que ele fosse afastado de suas atividades policiais, nem tampouco para que ele fosse encaminhado à tratamento médico.

 

Com relação a reabilitação concedida pelo Conselho Superior da Polícia Civil, a DGPC esclarece que essa reabilitação, referia-se a capacidade dele para concorrer a uma promoção funcional e que não tem nenhuma relação com sua capacidade psicológica.

 

Marlon ingressou na carreira em 27 de outubro de 2004 na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande e de acordo com a nota de esclarecimento, desempenhava de forma exemplar a sua função.

 

O corpo do investigador foi velado hoje(29) na Funerária Nippon, na Rua 13 de Maio, nº4477, no Jardim São Francisco e sepultado às 16h no cemitério Rainha da Paz, na saída para Sidrolândia. Já Márcia foi velada na Pax Domini, na Rua Da Imprensa, nº71, no Bairro São Francisco e sepultada às 14h30min, no cemitério Santo Amaro.

Veja também