A Polícia Civil segue com as investigações para tentar identificar o autor do atropelamento que ocasionou a morte da jovem Wildislaine Andrade Galvão, 29 anos, no dia 18 de junho, na avenida Thyrsson de Almeida, no Guanandi.
Até o momento, as investigações identificaram que o veículo que atropelou a jovem, é um Gol branco, porém, ao tentar identificar o proprietário, foi constatado que o carro foi vendido pelo menos umas três vezes.
Segundo o delegado adjunto da 5ª DP e responsável pelo caso, Rodolfo Daltro, a polícia está se empenhando para chegar até o autor do atropelamento, mas admite que o fato do carro ter sido vendido três vezes, atrasa um pouco o andamento das investigações.
"Logo no início das investigações, conseguimos identificar o carro, mas ao checar junto ao Detran, descobrimos que o mesmo foi vendido três vezes e isso interfere de alguma forma no andamento das investigações", explicou.
Acidente
Wildislaine estava em uma Honda Fan, na tarde de sábado (18), quando foi atingida pelo Gol. Ela foi lançada cerca de cem metros na rua e morreu no local.
A vítima deixa cinco filhos pequenos. “Ela estava de folga, indo comprar umas roupas”, revelou uma amiga, que estava no local da morte com a família da vítima.
Caso seja preso, o autor do atropelamento deve responder pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar








