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Apesar de liberdade concedida, casal Olarte vai dormir na cadeia por falta de tornozeleira

Andreia e Gilmar vão aguardar abertura da Agepen para colocar o equipamento

27 SET 2016
Thiago de Souza e Kerolyn Araújo
18h07min
Advogado diz que só faltam tornozeleiras para soltura dos clientes Foto: Andre de Abreu

O casal Andreia e Gilmar Olarte (Pros) terá de esperar um pouco mais para curtir o sabor da liberdade. Os dois tiveram a soltura provisória concedida pela Justiça, na tarde desta terça-feira (27), após pagamento de fiança de R$ 30 mil, mas a falta de tornozeleira eletrônica impediu a saída dos acusados. 

Segundo o advogado do ex-prefeito da Capital, Jail Azambuja, uma das condições da liberdade de seus clientes é a colocação da tornozeleira eletrônica, que não pode ser feita devido ao horário de expediente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) em Mato Grosso do Sul, que se encerrou antes do pagamento da fiança. 

Agora, Andreia e Gilmar dormem na prisão e na manhã desta quarta-feira (27) serão levados para a Agepen, onde terão o equipamento acoplado ao corpo e em seguida estarão em liberdade.  

Eles estão presos desde 15 de agosto, quando foi deflagrada a Operação Pecúnia. De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual), entre os anos 2014 e 2015, enquanto Gilmar ocupava o cargo de prefeito, “sua esposa adquiriu vários imóveis na Capital, alguns em nome de terceiros, com pagamentos iniciais em elevadas quantias, fazendo o pagamento ora em dinheiro vivo, ora utilizando-se de transferências bancárias e depósitos, os quais, a princípio, são incompatíveis com a renda do casal”.

 

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