Prefeitura de Campo Grande justificou que o fechamento da Unidade de Saúde da Família da Vila Corumbá se deu por condições estruturais precárias, em Campo Grande. Houve protesto da comunidade ante à medida, na quarta-feira (7), e a gestão fala em ajustes para não deixar pacientes sem assistência.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que o imóvel da USF é alugado desde 2024 e o proprietário não possui condições de requalificar o prédio. Neste momento, alguns serviços, inclusive curativos, sequer podem ser feitos em razão da estrutura estar em péssimas condições.
''Diante do vencimento do contrato e da impossibilidade de realizar as adequações, a devolução do prédio deverá ocorrer, conforme as condições contratuais'', informou a prefeitura. A gestão disse que já se cadastrou em programas federais para construção de novas unidades de saúde, inclusive da Vila Corumbá, mas o dinheiro da União ainda não veio.
Ainda segundo o texto, a Sesau informou que a população não ficará sem atendimento; que a USF Corumbá atuava com apenas uma equipe, que será remanejada em até 30 dias.
''As alternativas são a USF 26 de Agosto, na mesma região, e a USF Paradiso, também próxima, mas pertencente a outro distrito, o que demanda adequações administrativas'', informou a secretaria.
Foi dito também que o secretário de Saúde, Marcelo Vilela, presidente do Conselho Municipal de Saúde, Jader Vasconcelos e outros agentes se reuniram com conselhos locais da Vila Corumbá e 26 de Agosto para definir qual será a unidade a receber os serviços da unidade fechada.
Protesto
Moradores, grande parte idosos, protestaram, nesta quarta-feira (7), contra o fechamento da unidade. Eles entendem a questão da precariedade do imóvel, mas exigem que a realocação dos pacientes seja em local próximo e com rapidez.








