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Aroldo Figueiró focará na saúde, segurança pública, educação e mobilidade urbana

Candidato pelo PTN também defende criação de subprefeituras

31 AGO 2016
Airton Raes
17h01min
Foto: André de Abreu

O candidato a prefeitura de Campo Grande pelo PTN, Aroldo Figueiró, coloca quatro pontos essenciais em seu plano de governo: Saúde, Segurança Pública, Educação e Mobilidade Urbana. Também tem como proposta uma reforma administrativa, transformando as secretarias em dez gerências e irá implantar nove subprefeituras nas regiões da Capital.

Figueiró defende o remanejamento e readequação dos servidores da Prefeitura da capital para melhorar o atendimento, de acordo com a vocação de cada servidor.

“Não basta adequar a cidade em relação ao espaço físico. Faremos um remanejamento em todo pessoal da prefeitura, através de um teste vocacional, ou entrevista ou a contratação de uma empresa especializada, para que os servidores estejam onde gostam, de estar. Fazendo isso, vou aprimorar o atendimento. Depois vou fazer as contratações necessárias. Em alguns ramos existe defasagem de pessoal.  Não adianta apenas o prédio. Atendimento é primordial. O prédio é para ter local para que seja feito esse atendimento”, explicou.

Em relação a segurança pública, a principal meta do candidato é a melhor formação da guarda municipal para melhor atender a população. Também pretende colocar os agentes da guarda municipal fazendo a vigilância das escolas do município, como forma de proteger as crianças.

“Há uma mudança no que diz respeito a concepção. Segurança antes era uma obrigação estadual e federal. Com o advindo dos amarelinhos, nós tínhamos alguma fiscalizações dentro da prefeitura. Mas não existe uma equiparação entre essas fiscalizações. Para não misturar as coisas criaram a guarda municipal. Mas só criaram. Não criaram uma estrutura para formação. Vou fazer uma parceria público privada ou um investimento público para a criação da academia de formação para a guarda municipal. Os prédios da prefeitura deveriam ser cuidados por essa guarda e também uma vigilância mais efetiva junto as escolas municipais. Pois não tendo guarda, mas tendo traficante, temos a deterioração da nossa juventude por conta de drogas e outras situações que não é legal que ocorra nas escolas. Como respeitabilidade aos colegas e professores. Estaremos tratando de forma diferenciada a educação é importante que se tenha a guarda municipal”, completou.

Em relação a educação, Aroldo Figueiró defende o pagamento do piso nacional dos professores e eleição para os diretores das escolas. Também irá criar uma fazenda escola para os alunos com problemas disciplinares. “Não pode o professor fingir que ensina e a prefeitura fingir que paga. Se existe um piso. Uma legislação. Ela tem que ser cumprida. Respeitar o piso do professor. Segunda coisa, os diretores e vice-diretores têm que ser votado pela instituição, talvez envolver a associação de pais e mestres, mas o corpo docente e discente. Precisamos saber separar a educação de berço e educação escolar. Se não houver a educação de berço, o aluno não esta pronto para receber a educação escolar. Vamos orientar os pais. De forma muito coerente, vamos criar uma fazenda para aqueles alunos que não estão preparados para o convívio com o mundo e da escola. Nessa fazenda os alunos vão aprender uma profissão, disciplina para conviver em sociedade”, explicou.

 Em relação a mobilidade urbana, Figueiró quer recapear as vias da cidade, resolver os “nós” do trânsito e melhorar o transporte coletivo. “Temos que ter três pontos quando falamos de administração pública. Conselho, plano e fundo. Temos que tirar os nós que estão atravancando o trânsito de Campo Grande. E isso se refere ao transporte coletivo. Quando fui secretário, permitimos que os ônibus parassem em quadras separadas e o pudessem parar em outra pista. Tivemos um ganho de 27% no tempo das viagens. Podemos ter uma cidade onde a velocidade média dos ônibus será em torno de 20km/h. Hoje é em torno de 12Km/h. Melhorando a infraestrutura podemos melhorar essa velocidade”, disse.

Em relação a organização da administração pública, o candidato do PTN vai transformar as secretárias em dez gerência e também implantar subprefeituras. “Estamos mudando a estrutura. Quero fazer dez gerencias. E nessas dez gerencias quero atingir todas as demandas da municipalidade. Vamos criar nove subprefeituras e elas terão obrigatoriedade de trazer suas exigências. Eles terão fundos próprios que vão para os fundos da gerencia. Por exemplo, todo o ISS oriundo do transporte coletivo, táxi, autoescola e do IPVA vai para o fundo municipal da gerencia de mobilidade urbana. Parte desse valor será gerido pelo gerente com seu conselho especifico”, destacou. 

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