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Política

Nem cotas salvam e mulheres ficam sem representatividade na Assembleia de MS

Mesmo as mulheres sendo a maior parte do eleitorado, com 52,1%, nenhuma mulher foi eleita deputada estadual

08 outubro 2018 - 09h00Por Thiago de Souza

O parlamento estadual em 2019 será formado por 24 homens e nenhuma mulher. Nesta eleição, ninguém do sexo feminino foi escolhido como representante no povo na Casa de Leis, mesmo o eleitorado feminino do estado apto a votar neste ano chegando a 52,1%.

As três deputadas atuais - Grazielle Machado (PR), Mara Caseiro (PSDB) e Antonieta Trad (PSDB) - terminam seus mandatos no início do ano. Única que tentou a reeleição, Mara acabou de fora da Assembleia Legislativa.

Para deputado federal, das oito vagas, apenas duas serão ocupadas por mulheres, sendo Rose Modesto (PSDB) e Tereza Cristina (DEM). Isso representa aumento da representatividade, já que apenas Tereza ocupava a bancada na Câmara Federal na eleição passada.

Eleitorado:

Mato Grosso do Sul tem 1,8 milhão de eleitores, dos quais 936 mil são mulheres. Atualmente, 30% das candidaturas nos partidos políticos precisam ser obrigatoriamente de mulheres. No entanto, a eleição delas ainda continua inexpressiva.   

Os homens eleitos para a próxima legislatura são:

Capitão Contar (PSL); Coronel David (PSL); Jamilson Name (PDT); Renato Câmara (MDB) ; Onevan de Matos (PSDB); Zé Teixeira (DEM); Lídio Lopes (PATRI); Paulo Corrêa (PSDB); Felipe Orro (PSDB); Barbosinha (DEM); Marçal Filho (PSDB); Professor Rinaldo (PSDB); Marcio Fernandes (MDB); Eduardo Rocha (MDB); Cabo Almi (PT); Pedro Kemp (PT); Londres Machado (PSD); Neno Razuk (PTB); Herculano Borges (SD); Gerson Claro (PP); Antonio Vaz (PRB); Evander Vendramini (PP); Lucas de Lima (SD) e João Henrique (PR).