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Política

18/04/2024 18:22

Câmara de Campo Grande recebe texto da LDO com previsão de R$ 6,8 bilhões em 2025

Previsão de votação é até o fim do primeiro semestre

Câmara Municipal recebeu o texto do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de Campo Grande para 2025. A proposta prevê R$ 6,8 bilhões de receita para a cidade, o que representa 4% em relação ao enviado em 2024, de R$ 6,5 bilhões. 

Conforme divulgação da Câmara, assim que a tramitação começar, os vereadores poderão fazer emendas. Também haverá audiência pública para ouvir a população. A expectativa é que o texto seja votado até o final do primeiro semestre. 

Ainda segundo divulgado, a LDO é usada para estabelecer metas da administração pública e como base para elaborar o orçamento, que é definido por meio da LOA (Lei Orçamentária Anual). Todas as sugestões precisam estar em consonância com o PPA (Plano Plurianual). Depois da aprovação, a proposta, com as emendas, segue para sanção ou veto da prefeita.

Neste ano, uma das principais novidades é a possibilidade de destinação de 5% do valor das emendas impositivas para a primeira infância, com foco especial na educação infantil. “Os vereadores agora têm o prazo regimental para apresentar suas emendas, incluindo esta nova opção para beneficiar a educação infantil”, diz o vereador Betinho, relator da proposta e presidente da Comissão de Finanças e Orçamento do Legislativo.

''A LDO é crucial porque estabelece as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária Anual, que será detalhadamente analisada no segundo semestre'', ressalta o parlamentar.

As diretrizes da LDO de 2024 incluíram, por exemplo, 25% da receita para a manutenção e desenvolvimento do ensino, 1% destinado a ações de fomento cultural e 15% conforme a programação aprovada pelo Conselho Municipal de Saúde.

Emendas Impositivas

Diferente de emendas ordinárias, que dependem da viabilidade para execução, as emendas impositivas são obrigatórias e devem ser cumpridas pelo Executivo por força da lei. Em Campo Grande, 50% do valor dessas emendas precisa ser alocado à saúde, com o restante direcionado a áreas diversas. Com a nova medida, espera-se incluir 5% para projetos voltados à primeira infância no próximo orçamento.

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