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Política

Candidatos ao governo de MS repetem discurso e prometem 'mudanças'

Concorrentes querem acabar com a corrupção e melhorar segurança, saúde e educação

05 setembro 2018 - 13h07Por Celso Bejarano e Rodson Willyams

Saúde, educação, segurança pública, projetos sociais, programas contra a corrupção e crítica aos adversários foram a tônica central das promessas dos seis candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul. No horário da TV desta quarta-feira (5), os candidatos repetiram os discursos que vêm mostrando há uma semana na propaganda eleitoral. 

Candidato do Partido dos Trabalhadores, Humberto Amaducci, ex-prefeito da cidade de Mundo Novo, mostrou a mulher e os filhos logo no início de seu programa.

Gabou-se por manter os filhos em escolas públicas e prometeu caso seja eleito em criar um plano que chamou de “administração participava”, meio de defender o slogan principal de sua campanha: o governo do PT vai cuidar das pessoas.

Já o candidato à reeleição Reinaldo Azambuja, do PSDB, exibiu de novo números favoráveis à sua administração.

Tratou de exibir obras na área de saúde tocadas em Campo Grande e interior do Estado. 
Recordou que em 2015, assim que assumiu o governo, o Brasil enfrentou crise financeira ao ponto de 20 dos 27 estados não conseguirem quitar os salários dos servidores.

Narrador do candidato tucano, o que mais tem tempo de TV, emendou com frases do tipo: “Reinaldo fez o que tinha de ser feito. Abriu a caixa preta dos incentivos riscais. Fez a reforma da previdência e investiu nas pessoas”.

João Alfredo, que disputa o governo de MS pelo PSOL, o candidato de menor tempo no horário eleitoral, retomou o discurso de que veio de família humilde – pai taxista e mãe merendeira – e prometeu que sua administração vai focar na educação para “reduzir a desigualdade social”.

Júnior Mochi, candidato do MDB, disse acreditar que a maioria dos eleitores ainda não escolheu em quem votar. “Sou o candidato para ser a alternativa, tenho coragem para fazer o que deve ser feito”, afirmou o concorrente emedebista.

No programa do MDB, eleitores prestam apoio a Júnior Mochi dizendo que ele “empolga com as propostas e mostra ainda como fazer”.

E o candidato do PDT, estreante da política, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira prometeu atacar a corrupção. Falou da vida dura na roça, que passou fome na infância, contudo, as dificuldades “nunca o abateram até virar juiz”.

“Em 30 anos como magistrado mandei para prisão centenas de criminosos e, agora, mais um desafio:  acabar com a corrupção", afirmou o pedetista.

Por fim, o candidato do PV, Marcelo Bluma, disparou críticas contra seus adversários: “não vamos votar na mesma turma do PSDB, MDB e PT, não dá mais vem com a gente”.

Ele acrescentou em seu horário que os setores da educação e segurança pública  vivem um momento de “caos”.