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Política

Cobrando mais verbas, Cultura pede na Câmara alteração no orçamento para 2017

Projeto do orçamento foi enviado pelo executivo em 30 de setembro

13 outubro 2016 - 17h00Por Amanda Amaral

A Câmara de Campo Grande recebeu, nesta quinta-feira, 13 de outubro, representantes do Fórum Municipal de Cultura para debater alterações na proposta orçamentária encaminhada pelo poder executivo para o exercício de 2017.

O Fórum foi recebido pela Comissão Permanente de Cultura da Câmara, que tem como presidente a vereadora Luiza Ribeiro (PPS), vice-presidente o vereador Eduardo Romero (Rede) e também é integrada pelo vereador Vanderlei cabeludo (PMDB).

O orçamento da Cultura está previsto o valor total de R$ 21 milhões, sendo R$ 7 milhões para manutenção da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), R$ 10 milhões para promoção e realização de atividades culturais e R$ 3,5 milhões para gestão e manutenção do Fundo Municipal de Incentivo a Cultura (Fmic). 

“O valor referente ao Fmic é abaixo do valor da LOA 2016, que foi de R$ 9,6 milhões e abaixo do valor lançado nos editais Fmic e Fomteatro 2016 no valor de R$ 4 milhões.”, explicou o presidente do Fórum de Cultura, Airton Raes.

Durante a reunião foi entregue oficio solicitando que os valores sejam reajustados de acordo com a inflação do período e que também fosse considerado o não pagamento dos editais doa anos anteriores. “Levando em consideração que a inflação do período sem a realização de editais foi de 22%, considerando o não pagamento dos editais 2014, mesmo com previsão orçamentária. Considerando também que não houve lançamento de editais em 2015, solicitamos que os valores do Fmic e Fomteatro, fosse reajustados para o valor de R$ 13 milhões, totalizando o orçamento total da cultura em R$ 31 milhões”, explicou o fórum.

Luiza Ribeiro afirmou que a solicitação seria enviada para o relator do projeto do orçamento 2017, o vereador Mario César, e que as emendas pedidas seriam feitas pela Comissão de Cultura na peça orçamentária. “As emendas ao orçamento ainda são propositivas, não são garantias reais do orçamento que será executado”, explicou. Foi sugerido pelos vereadores a necessidade de que fosse iniciado o dialogo com o próximo prefeito para que as alterações sugeridas possam ter efeito. 

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