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sábado, 24 de outubro de 2020
Pré-candidatura

Wilton Acosta aposta em alinhamento com Bolsonaro para ser eleito; assista

Conservador, pré-candidato à prefeitura diz que “deseja mudar Campo Grande” e renovar o Executivo; veja a entrevista!

25 agosto 2020 - 19h00Por Rayani Santa Cruz

O TopMídiaNews inicia uma série de entrevistas com pré-candidatos à prefeitura de Campo Grande. O primeiro deles é o presidente regional do Republicanos, Wilton Acosta, que é de direita, apoiador do presidente Jair Bolsonaro e cita que deseja mudar a Capital com alternância de poder no Executivo.

Ele afirma que está completamente alinhado com Bolsonaro e segue à risca todas as orientações. Apesar disso, Bolsonaro disse, em visita à Capital, que não vai apoiar ninguém para prefeitura de Campo Grande. 

Questionado sobre a posição do presidente, Acosta ameniza e reafirma o apoio. “Independente de qualquer posição política dele, nossa parte aqui é de alinhamento total com o governo Bolsonaro. Claro que todos nós temos expectativas, para quem está apoiando não tenha dúvidas. Eu tenho uma relação muito boa nacional. Nesse primeiro ano, trabalhei em Brasília, fiz parte do governo de transição. Ajudei a formular o ministério da Família junto a ministra Damares, que é minha amiga. Entendo o presidente”, disse Acosta, que acredita no posicionamento de Bolsonaro no segundo turno.

Pandemia

Na visão dele, o combate à pandemia por parte da atual gestão municipal está em desacerto. 

“A gente vê falta de sintonia ou protocolo no aspecto sanitário para a população ter tranquilidade de cumprir. A gestão da crise está muito mais relacionada à opinião pública do que com a saúde. Se a população gosta, faz decreto, se não revoga decreto. Campo Grande é uma das capitais com menos infectados do país e, mesmo assim, o sistema está quase entrando em colapso. Acredito que não houve gestão”.

Wilton alega que, se fosse ele, seguiria as recomendações de Bolsonaro, principalmente em relação aos medicamentos sugeridos desde o início. 

Prioridades

Ele cita que áreas essenciais devem ter mais desenvolvimento. Como o setor da saúde que, em sua visão, deve ter mais aplicação de recursos, reestruturação e planejamento preventivo. 

Para ele, a mobilidade urbana também deve ser discutida com grande estruturação do transporte público. 

Na questão de empregabilidade, Wilton, que é ex-diretor da Funtrab, diz que a lei da liberdade econômica, que entra em vigor em setembro, vai gerar emprego e renda ao país, principalmente pelo fato de “desafogar” e desburocratizar o empresariado. “Vou apresentar o maior programa de geração de renda em Campo Grande a partir dessa lei. São coisas simples para qualificar, liberar crédito e gerar emprego”.

Para Wilton, é necessário também reforma administrativa na máquina pública da prefeitura. “Muito dinheiro sendo usado de forma desnecessária. Mais de 10 mil cargos comissionados e penduricalhos”, citou o pré-candidato, que também quer adicionar ao programa de governo a questão do aumento do número de habitações populares. Ele diz que dez metas serão enumeradas no plano de governo.

Veja a entrevista completa no vídeo:

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