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Política

Em Brasília, emedebistas ainda estão em silêncio apesar de soltura de Temer

No dia da prisão, o MDB contestou prisão do ex-presidente

25 março 2019 - 15h20Por Celso Bejarano, de Brasília

Ao menos até por volta das 16h (horário de Brasília), nenhum parlamentar no Congresso Nacional havia comentado a decisão do TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região - RJ), que mandou soltar o ex-presidente Michel Temer (MDB), preso na quinta-feira passada (21) por ter supostamente recebido propina de empreiteira que tocava obra na usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. O mandado de prisão contra Temer era preventivo, isto é, sem data definida para acabar.

No dia da prisão, o MDB divulgou nota repudiando a medida: "o MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa", informou o partido em nota.

Além de Temer, o TRF-2 mandou soltar o ex-governador do Rio, Moreira Franco e outras cinco pessoas, também detidas na quinta-feira por suposto envolvimento no recebimento de propina.

São poucos os parlamentares que circulam pelo Congresso, na segunda-feira –  de 513 deputados federais e 81 senadores. A maioria chega à Brasília à noite ou na terça-feira de manhã. E já na quinta-feira à tarde, o Congresso fica vazio novamente porque os parlamentares voltam para suas cidades.