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Política

26/09/2017 14:53

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Escolhido em sorteio, Nelson Cintra adia depoimento sobre notas frias da JBS

Além do ex-prefeito, também foram sorteadas outras duas pessoas

Citados em delação premiada pelos diretores do grupo que controla o frigorífico JBS, o atual assessor da Secretaria de Governo, Nelson Cintra, foi um dos escolhidos em sorteio com mais de mais de duas centenas de nomes para depor em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Assembleia Legislativa. Os depoimentos estão marcados para amanhã (27), mas Cintra deve solicitar adiamento.

Isso porque a defesa do sorteado, que é ex-prefeito do município de Porto Murtinho e ex-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, considerou que é necessário mais tempo para preparar seus argumentos aos deputados membros da CPI.

Na delação à PGR (Procuradoria Geral da República) os irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS, alegam que o grupo emitia notas frias a uma série de empresários e políticos de Mato Grosso do Sul. Cintra supostamente emitiu a nota fiscal nº 43015 em 3 de novembro de 2016 no valor de R$ 296 mil, mas nega as acusações.

Presidente da CPI, o deputado Paulo Corrêa (PR) afirma que o pedido de adiamento é um direito dos depoentes, já que suas falas aos parlamentares são feitas através de convite, não necessariamente obrigatórias. Ao menos, neste momento da investigação.

“Primeiro a gente convida, depois convoca, depois manda buscar. Os sorteados podem depor inclusive por documento, não precisam comparecer”, explicou Corrêa.

Os pagamentos de propina na atual gestão teriam sido pagas por meio de notas sem contrapartida de bens ou serviços. Foram supostamente emitidos R$ 15 milhões por meio de notas falsas de compra de gado bovino emitidas contra a JBS por dez pessoas diferentes. Além das notas fiscais frias, os sócios da JBS afirmam que foram pagos ao governador Reinaldo Azambuja cerca de R$ 10 milhões em espécie entregue para pessoas indicadas por ele.

Deputado e também proprietário rural no Estado, Zé Teixeira deve manter seu depoimento para a data prevista. Quem confirma a informação é o deputado Eduardo Rocha (PMDB), que integra a comissão como vice-presidente. 

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