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Política

Marquinhos garante revisão de alíquotas para redução de impostos em MS

Segundo Marquinhos, os que mais sofrem com a política tributária atual são os empresários

23 maio 2022 - 21h23Por Elizeu Ribeiro

Em agenda pelo município de São Gabriel do Oeste, o pré-candidato do PSD ao Governo de Mato Grosso do Sul, Marquinhos Trad (PSD), destacou que a revisão de alíquotas será uma das prioridades de seu governo. 

“Vamos fazer este estudo para diminuir impostos e reduzir alíquotas. Você já viu algum parlamentar votar contra a redução de impostos? Você acha que teriam coragem de dizer não se um governador enviar uma mensagem para Assembleia propondo a redução de impostos? O duro é aumentar e tiveram coragem de aumentar. Vamos reduzir para ir ao encontro das necessidades do cidadão”, afirmou.

O tema “imposto” foi abordado em São Gabriel do Oeste e se repete em todos os municípios de Mato Grosso do Sul. Na avaliação de Marquinhos, esta prática, de aumento de impostos, retrata a incapacidade do gestor de administrar. “Quando a velha política determina que o Estado precisa arrecadar, alguns gestores, por falta de criatividade e competência técnica, aumentam impostos e quem paga é o povo, o bolso do cidadão”, lamentou.

Segundo o pré-candidato, no comércio muitos sofrem com a política tributária atual, onde o empresário paga imposto antecipado de uma mercadoria que nem sabe se conseguirá vender. Já nos frigoríficos, a insatisfação com a cobrança de 4% de ICMS e mais 1% de Fundersul.

“Nenhum outro Estado cobra este valor. A maior reclamação em Mato Groso do Sul é exatamente a questão do ICMS. Em Campo Grande, não tivemos nenhum reajuste fora da reposição inflacionária. Neste tempo todo que estivemos à frente da administração, cinco anos e três meses, nenhum aumento a não ser reposição inflacionária”, ressaltou.

Marquinhos contou que recebeu uma cópia de um ofício assinado por um ex-secretário de finanças, agora pré-candidato do governo, respondendo a um apelo dos empresários pela redução de impostos. “Quando eles reajustaram, houve pedido do setor das indústrias e à época o secretário de Finanças respondeu dizendo que não iria reduzir alíquotas e a carta é assinada pelo ex-secretário de Finanças, que agora é candidato do governo. As pessoas precisam estar atentas a este perigo da continuidade, que nos custará muito caro”, detalhou.