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Reinaldo defende reforma previdenciária e aposta em gestão Temer

Para Azambuja, Temer terá missão de aquecer economia e promover crescimento atuando em pautas polêmicas

11 SET 2016
Rodson Willyams
07h00min
Foto: Geovanni Gomes

O governador Reinado Azambuja, do PSDB, disse que espera da nova gestão, liderada por Michel Temer, o crescimento e aquecimento da economia. "O que a gente espera é a retomada do crescimento do país, ela é importante para consolidação da geração de empregos e aquece a economia, o comércio e não tenho dúvida que, se o país voltar a crescer, as oportunidades surgirão”.

No entanto, o governador ainda afirmou que isso só irá acontecer se houver ordem. "Nós precisamos é ter ordem no país, um país para ter progresso precisa ter ordem, mantendo as coisas funcionando e a expectativa é positiva. A gente vê alguns seguimentos importantes mobilizados hoje e creio que deva retomar o crescimento num ritmo um pouco mais lento, mais possibilitando ter um PIB (Produto Interno Bruto) positivo".

Reinaldo ainda afirmou que Michel Temer terá nas mãos pautas polêmicas a serem tratadas, mas que precisam ser discutidas. "A previdência é crucial para o equilíbrio das contas públicas brasileiras, isso é necessário, é um tema polêmico perante a sociedade. Agora o país não pode conviver com esse déficit crônico tanto a nível nacional quanto a nível estadual".

Segundo ele, a reforma tem que ser feita em conjunto. "Nós temos que fazer essa reforma em conjunto e, tudo aquilo que for aprovado em nível de Congresso Nacional como a regra geral, devemos juntar com as regras estaduais para ter um equilíbrio. Quem paga é a sociedade pelos não investimentos. Mas é um pauta, a reforma previdenciária e a aprovação do teto de limites dos gastos. Isso é importante para o equilíbrio das contas. Acho que essa é a pauta do Michel Temer e o Congresso tem que entender que isso é necessário para o crescimento econômico do país".

Fundersul

Por fim, o governador desmentiu supostos desvios de recursos do Fundersul e afirmou que obedece a uma lei aprovada em 2013. Segundo ele, os valores questionados foram destinados a execução de reparos em estradas, devido a obras recebidas com qualidade inferior.

"Há uma confusão que estamos retirando recurso do Fundersul. Isso não é verdade, nós estamos simplesmente possibilitando que o Fundersul possa pagar os projetos executivos. E daí sim levar a licitação".

Reinaldo ainda afirmou que, sobre a aplicação do investimento, há um planejamento do governo que vai até 2018 e deverá ser aplicado R$ 1,5 bilhão do Fundersul até 2018.

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