O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) protocolou requerimento ao Ministério da Justiça e Segurança Pública solicitando informações detalhadas sobre a origem das armas apreendidas e o perfil das pessoas presas durante as ações do Programa Brasil Contra o Crime Organizado.
Entre os dados solicitados, o parlamentar quer saber quantas armas apreendidas possuíam registro válido, quantas estavam vinculadas a CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores) e quantas pertenciam a cidadãos com posse ou porte regular. Também pede informações sobre presos que tinham registro ativo ou inativo como CAC ou autorização legal para portar armas.
Pollon ainda questiona se o governo possui levantamento estatístico dos últimos cinco anos sobre a origem das armas apreendidas em operações federais, incluindo percentuais de armamentos oriundos de contrabando internacional, furto, roubo, extravio e registros nos sistemas oficiais de controle.
O pedido foi apresentado após o governo divulgar o balanço do primeiro mês do programa, que registrou a apreensão de 356 armas de fogo, mais de 20 mil munições, 82,5 toneladas de drogas e quase 8 mil prisões em flagrante.
Segundo o deputado, identificar a origem das armas e o perfil dos envolvidos é fundamental para avaliar a eficácia dos mecanismos de controle existentes e compreender como organizações criminosas abastecem seus arsenais.








