O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) intensificou a campanha para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República no segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro. Em mensagem aos apoiadores, o parlamentar pediu que os eleitores continuem mobilizados e afirmou que o país será resgatado com a vitória do candidato.
“Vamos trabalhar firme. Vamos trabalhar duro. Vamos resgatar nosso país”, declarou Pollon.
O deputado também convocou os apoiadores a conversar com outros eleitores e pedir votos para Flávio Bolsonaro. Segundo ele, é necessário conscientizar a população sobre o que considera problemas do país.
“É muito importante conscientizar as pessoas. Pedir voto. Mostrar a sequência de absurdos que estão acontecendo no nosso país”, afirmou.
Durante a manifestação, Pollon criticou decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e mencionou medidas envolvendo uma empregada doméstica e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
“O sistema está reagindo e está mostrando o seu desespero. Alexandre de Moraes tendo decisões ainda mais absurdas. Pedindo ordem de prisão para empregada doméstica. Agora contra o Eduardo Bolsonaro, um troço completamente sem nexo”, disse.
Ao reforçar o apoio ao candidato do PL, o parlamentar fez críticas ao atual presidente da República e afirmou que espera uma mudança de governo.
“O pesadelo está prestes a acabar. Logo a gente vai tirar esse ladrão dali onde ele está. Vamos devolver o Brasil para os brasileiros. É Flávio Bolsonaro 22”, declarou.
Votação em MS
No primeiro turno, Pollon recebeu cerca de 140 mil votos e foi o deputado federal mais votado do PL em Mato Grosso do Sul. O resultado representou um aumento de aproximadamente 40% em relação à votação obtida por ele em 2022.
O desempenho do parlamentar também contribuiu para que o partido conquistasse três cadeiras na Câmara dos Deputados pelo estado.
Pollon foi convidado por Flávio Bolsonaro para integrar a equipe de transição de um eventual governo. A proposta é que ele participe da revisão da legislação brasileira sobre armas e legítima defesa.
“Eu quero te chamar, se Deus quiser, para participar da transição de governo comigo, em especial para a gente reorganizar a nossa legislação no que diz respeito à legítima defesa”, afirmou Flávio.
A participação na equipe de transição depende da vitória do candidato do PL na eleição presidencial.








