Prefeitura de Campo Grande prometeu avaliar vídeos e fotos que mostram o servidor e pastor evangélico Antônio de Jesus Charupá Mâncio, conhecido como "Charupá do Povo" promovendo tumulto em sessão da Câmara Municipal desta terça-feira (20). A discussão do dia, que era sobre o tapa-buraco, teve de ser encerrada e o aliado da prefeita Adriane Lopes (PP) foi expulso da Casa de Leis.
Questionada sobre a conduta do servidor, que ganha R$ 5,3 mil, a comunicação confirmou que ele é comissionado na Secretaria Especial de Articulação Regional, a SEAR. Lá, desempenha a função de acompanhamento e coleta de solicitações da população da Região Urbana do Prosa. Disse que as atribuições dele são exercidas predominantemente em campo, por meio de contato direto com as comunidades.
Ainda segundo a assessoria, a atuação de Charupá está de acordo com as atribuições previstas em lei municipal. Porém, não detalhou se a atuação controversa do dia anterior consta no rol de atividades oficiais dele na prefeitura.
Baderna
Sobre as imagens divulgadas, a Secretaria informa que o material será analisado e os fatos, apurados. Posteriormente, o caso será encaminhado ao departamento jurídico para avaliação e adoção das medidas cabíveis.
O caso
Mais uma atitude do pastor chamou a atenção em Campo Grande. Isso porque ele está entre os servidores que teriam sido enviados pela prefeita para ir até a Câmara dos Vereadores e causar confusão na sessão sobre a CPI Tapa-Buracos.
Conforme as informações apuradas pela reportagem, a confusão começou quando ele quebrou a maquete de um manifestante contrário a gestão atual de Campo Grande, para cobrar o conserto de buracos nas ruas da cidade.
Após ter o material de protesto destruído, o homem se recusou a sair do plenário, contrariando as ordens do presidente da Casa, vereador Papy (PSDB). Diante da recusa e do tumulto generalizado, a GCM foi acionada para retirá-lo.









