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Política

PT tenta barrar CPI do Cimi em MS e Comissão vai decidir caso

04 setembro 2015 - 15h12Por Rodson Willyams
PT tenta barrar CPI do Cimi em MS e Comissão vai decidir caso

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi, do PMDB, afirmou que deixou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa de Leis decidir sobre o requerimento protocolado pelo Partido dos Trabalhadores sobre a abertura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi (Conselho Indigenista Missionário). Os petistas alegam que o requerimento apresentado pela deputada Mara Caseiro, do PT do B, não há o 'fato determinado' que motivasse a abertura de uma investigação pelo Legislativo.

Mochi ainda explicou que assim que a Mesa Diretora recebe o requerimento, o prazo para instalar a CPI na Casa de Leis é de cinco dias. "Mas como nós enviamos para a CCJ analisar o caso, se ela disser que não compete a ela tratar sobre o fato determinado, nós vamos encaminhar para a assessoria jurídica para emitir um parecer", finalizou.

Somente então, o parecer será encaminhada para votação em plenário e os deputados irão decidir se abrirão ou não a CPI contra o Cimi. Caso seja aberto, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) vai investigar possíveis irregularidades cometidas pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) que atua junto a causa indígena em Mato Grosso do Sul e é acusado por tumultuar o conflito entre os índios e os produtores rurais no Estado.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo esteve na Capital com a missão de pacificar o conflito entre os índios e os produtores rurais na região da cidade de Antônio João. Várias reuniões foram marcadas e conversou com todos os seguimentos com a participação do governador Reinaldo Azambuja,do PSDB, para encontrar uma solução sobre o caso.

Conflito

Segundo o coronel do Exército, Paulo Humberto, falou durante agenda pública realizada na manhã desta sexta-feira (4), em Campo Grande, que o decreto feito pela presidente Dilma Rousseff, que permite o Exército atuar na região de conflito em Antônio João como força policial deve durar 30 dias em MS.  

O coronel que o prazo terminar no final de setembro no Estado. "Mas pelo que sabemos, o clima está tranquilo agora, mas estamos junto com a Força Nacional e o Departamento de Operação de Fronteira (DOF) acompanhando de perto a situação", finalizou.