A deputada federal eleita Rose Modesto (UB) criticou os atos de tumulto que levaram ao encerramento da sessão que discutiria a CPI do Tapa-Buraco, nesta terça-feira (20), em Campo Grande. Ela sugere que a confusão foi incitada intencionalmente e questiona a quem interessa esse resultado.
"Por que tanta resistência à transparência? Por que a fiscalização incomoda tanto?'', questionou Rose em uma publicação nas redes sociais. Ela observou também que o encontro seria destinado a ouvir esclarecimentos do secretário municipal de Infraestrutura, André de Moura Brandão, e questionou por que a sessão terminou daquela maneira.
Na reflexão, Modesto afirma que essas perguntas precisam de respostas, pois a questão envolve dinheiro público e um problema que afeta todos os moradores de Campo Grande.
''Quem administra tem o dever de explicar; quem fiscaliza tem o dever de cobrar", observou a política.
Tumulto
Vereadores de oposição à prefeita sugeriram que a sessão desta terça-feira contou com a presença de dezenas de servidores comissionados, levados ao local com o objetivo de prejudicar os questionamentos dirigidos ao secretário de Infraestrutura.
Na ocasião, um comissionado conhecido por integrar a chamada ''tropa de choque" da prefeita quebrou uma alegoria levada por um manifestante, provocando um tumulto que se intensificou até que ele fosse retirado por guardas civis metropolitanos. Diante do ocorrido, a sessão foi cancelada.









