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Se eleito, candidato diz que primeiro passo é dialogar com Executivo

Ismael decidiu concorrer ao pleito eleitoral atendendo pedidos de amigos e familiares

18 SET 2016
Dany Nascimento
09h30min
Foto: Geovanni Gomes

Candidato a vereador em Campo Grande pelo PSDB, Ismael Lídio Faustino afirma que carrega a vontade de fazer uma legislatura diferenciada na Câmara Municipal, caso seja eleito em 2016. Ele destaca que já foi assessor chefe de gabinete do deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB), foi coordenador de campanha por seis vezes e após um 'clamor' de amigos e familiares, decidiu entrar na disputa.

"Essa é a primeira vez que me candidato a vereador, já coordenei campanha e sempre estive muito próximo da política e agora quero implementar projetos diferenciados dentro da Câmara Municipal", diz o candidato.

Ismael diz que encontra dificuldade de dialogar com eleitores por conta da situação nacional que o país vive, levando em consideração o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). "O eleitor está com receio do político, encontramos muitas dificuldades, mas as pessoas param para ouvir e é assim que conseguimos espaço, mostrando o que pretendemos com mandato parlamentar".

O candidato destaca que a Câmara Municipal poderia ser mais atuante no município. "A Câmara poderia ser mais atuante, poderia ter dado mais respostas para a sociedade, mas essa falta de diálogo durante os mandatos acabaram afetando a cidade. Sem comunhão, o povo fica no meio de brigas e tudo vira um caos".

Faustino diz que a gestão do prefeito Alcides Bernal (PP) foi reprovada pela população. "A gestão do Bernal foi reprovada, não agrega a base, ele chegou no poder, se isolou, adotou medidas reprováveis sem dialogar com a Câmara e hoje temos essa situação na cidade".

Caso seja eleito, Ismael destaca que pretende buscar um diálogo com o próximo Chefe do Executivo, independente de partido. "Sendo eleito, o primeiro passo é conversar com o prefeito, andar por Campo Grande e expor os principais problemas para que soluções sejam aplicadas. Temos que tirar Campo Grande da situação que está".

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