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Política

há 1 mês

Vereador fala em cassação de Adriane e diz que prazo de tolerância acabou: 'não vou aceitar' (vídeo)

Flávio Cabo Almi detalhou que irá esperar o fim do recesso para começar a debater o assunto

Vereador Flávio Cabo Almi (PSDB) fez críticas à condução administrativa da prefeita Adriane Lopes (PP), afirmando que demorou demais a falar em cassação da chefe do Executivo.

Durante sua fala antes de votar a derrubada da taxa de lixo e assim reduzir o valor do IPTU para a população, ele sinalizou que o clima na Casa de Leis já não comporta mais tolerância com a falta de respostas do Executivo. Em discurso contundente, o parlamentar afirmou que, embora tenha evitado falar em cassação no início da atual gestão, o cenário agora exige uma mudança de postura.

Segundo Almi, houve um período de “trégua institucional” no primeiro ano do governo, justamente para que a prefeita tivesse tempo e fôlego para organizar a administração. “A gente esperou o primeiro ano da gestão, porque eu acho que o primeiro ano é crucial para o Executivo, tem que ter folego para trabalhar, não pode só ter pressão sobre cassação”, afirmou.

No entanto, o vereador destacou que esse prazo de tolerância se esgotou e que a prefeitura não apresentou as respostas que a população espera. “Mas agora não dá mais. Espero que quando a gente findar esse período de recesso, possamos tratar o assunto. Para que o executivo venha com medidas rápidas e emergentes para Campo Grande”, questionou, ao cobrar explicações mais claras sobre os rumos da gestão municipal.

Flávio Cabo Almi também alertou para o agravamento dos problemas enfrentados pela cidade e disse que a Câmara precisa agir diante do que chamou de “excesso” e da falta de medidas concretas do Executivo. Para ele, é urgente que a prefeita apresente ações rápidas para atender a comunidade.

O vereador foi ainda mais duro ao afirmar que não aceitará mais o que considera abusos ou imposições da prefeitura sem diálogo. “Por parte desse trabalhador, eu não vou aceitar mais, não vou me calar com o tamanho dos mandos do Executivo. Chega!”, disparou, encerrando o pronunciamento sob clima de tensão no plenário.

 

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