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'Falta acessibilidade e sobra lixo em calçada de escola', denuncia mãe de aluno com deficiência

Colégio Wilson Taveira Rosalino fica no Bairro Aero Rancho, região sul da Capital

2 NOV 2016
Thiago de Souza
18h00min
Calçada com entulho não permite uso da cadeira de roda Foto: Repórter Top

Levar o filho cadeirante para a Escola Municipal Professor Wilson Taveira Rosalino, no Bairro Aero Rancho, tem sido uma tarefa difícil para Márcia Pereira de Lima, 42 anos, em Campo Grande. A calçada que dá acesso à escola está tomada por entulho e mato, o que deixa impossível o trânsito de uma cadeira de rodas na via. 

Por ser mãe de uma pessoa com deficiência, Lima denuncia a situação, que já dura pouco mais de uma semana. A leitora do TopMídiaNews diz que o entulho não é da escola e foi jogado lá por alguém desconhecido. A reclamação continua em relação a calçada que, segundo a mãe, 'de um lado não tem e do outro tem apenas 1,20 cm de largura'. 

Essa denúncia, segundo a mulher, chegou até a Promotoria de Justiça, que determinou a assinatura um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) junto à Prefeitura Municipal de Campo Grande e a Semed (Secretaria Municipal de Educação). O prazo, segundo a denunciante já expirou e, nesta segunda-feira (31), ela voltou ao Ministério Público Estadual para levar algumas fotos. 'Eles ficaram de entrar em contato comigo, mas quero divulgar esse episódio e minha luta', relatou Lima. 

A Prefeitura Municipal de Campo Grande informou, por meio de sua assessoria, que o local já está no cronograma de limpeza da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), mas não detalhou quando. Também disse que o espaço foi limpo há dois meses, porém, parte da população não se conscientiza e continua jogando lixo em local impróprio.

A assessoria ainda aproveitou para alertar que o acúmulo de lixo a céu aberto pode se transformar em criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. As denúncias sobre o depósito de lixo em local podem ser feitas pelo telefone 156 da Semadur (Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), 153 da Guarda Civil Municipal ou 3317-4067, da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A prefeitura destaca que, no caso de terrenos particulares, o proprietário é responsável pela limpeza, e caso não o faça está sujeito a multa, que vai de R$ 1.835 até R$ 7.340, dependendo do tamanho do local e da gravidade da situação.   

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