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Dia Mundial da Alimentação leva acadêmicos e profissionais ao calçadão da Barão

Saúde

16 OUT 2013
Da Redação
08h01min

A calçada da Rua Barão do Rio Branco, em Campo Grande, mais conhecida como calçadão da Barão, será palco de ação de orientação à população em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação. No dia 16 de outubro, das 8h às 17h, o Conselho Estadual de Segurança Alimentar (Consea/MS), em parceria com a Universidade Anhanguera-Uniderp, leva à comunidade informações sobre alimentação saudável.

Serão desenvolvidas atividades como: orientações e informações sobre saúde e nutrição, direito a alimentação, produção de alimentos e segurança alimentar nutricional. Os acadêmicos do curso de Nutrição da Anhanguera-Uniderp, estagiários de saúde coletiva, irão focar as atividades no tema "Obesidade Infantil: Como evitar?". 

Levantamento divulgado no mês de agosto pelo Ministério da Saúde revela que 51% da população brasileira está obesa. "O comportamento alimentar dos pais é algo que é passado para os filhos, por isso devem também se alimentar bem e ter hábitos de vida saudáveis. Quando a criança começa a escolher seus próprios alimentos ou quando começa a se socializar com outras crianças, os pais devem ficar atentos, pois é comum os pequenos começarem a rejeitar as verduras e legumes e dar preferências aos alimentos mais doces e gordurosos. Vale neste momento a persistência e a criatividade na hora das refeições e do preparo", comenta a professora supervisora do Estágio de Saúde Coletiva do Curso de Nutrição, Luiza Camargo Santos. 

Ela ressalta ainda que não é apenas a obesidade um vilão que atinge as crianças devido à má alimentação. "Existe também a hipertensão, diabetes, problemas no crescimento e desenvolvimento das crianças. Estes problemas possivelmente irão estender por toda a vida", alerta. 

De acordo com Pesquisa de Orçamento Familiar de 2008/2009 (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Já o índice de jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso, passou de 3,7%, em 1970, para 21,7% em 2009.

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