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Mano elogia reação de "preteridos" com mudanças constantes na equipe

Mano Menezes tem sido obrigado a mexer na equipe a cada jogo, por causa do desgaste, por lesões ou suspensão de atletas

2 OUT 2016
Globo Esporte
18h20min
Foto: Washington Alves / Light Press

Luta contra a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, time vivo na Copa do Brasil, única chance de conquistar um título na temporada e ainda garantir presença na Libertadores do ano que vem. Para administrar as duas situações, o técnico Mano Menezes tem sido obrigado a mexer na equipe a cada jogo, por causa do desgaste, por lesões ou suspensão de atletas. 

Assim, quando questionado sobre a boa atuação do meia Élber, que entrou no segundo tempo contra o Grêmio e agradou,o treinador aproveitou para falar sobre o "rodízio" que vem promovendo, pensando em cada jogo separadamente, e com a preocupação de não alterar demais o perfil do time, além de destacar que, aqueles que têm saído de uma ou outra partida, têm compreendido a necessidade disso.

- Eu avalio todas as possibilidades. Não tenho preferência por A ou por B. Mas pelo Cruzeiro. Se a equipe estiver melhor de uma maneira, vou escolher esta maneira. Nem sempre enxergamos as coisas do mesmo jeito. E nem sempre quem joga os 30 minutos finais de um jogo, como um jogador que entra, faz isso durante os 90 minutos. São circunstâncias de jogo diferentes. Numa hora difícil como essa, tendo que mexer, não posso descaracterizar a equipe, fazer cinco mudanças para encarar o Grêmio, isso é perigoso. A linha é essa. Queremos fazer o melhor para o Cruzeiro. Podemos errar uma hora. Os jogadores estão comprometidos, só tenho que elogiar os jogadores que são preteridos, que entendem quando ficam de fora, como foi o Lucas, hoje, o Ábila, na quarta. Acho que o Edimar foi o único jogador que iniciou todos os jogos comigo.

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