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'Marquinhos tem que explicar se era funcionário ou aluno fantasma', dispara Azambuja

Marquinhos Trad foi denunciado por Athayde de ser funcionário fantasma na Assembleia

17 OUT 2016
Kerolyn Araújo e Airton Raes
17h43min
Foto: Geovanni Gomes

O governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), disparou que Marquinhos Trad, do PSD, deve explicações à população de Campo Grande. Marquinhos foi denunciado por Athayde Nery (PPS) por supostamente ser funcionário fantasma na Assembleia Legislativa. O candidato à prefeitura da Capital respondeu a altura, e cobrou até a lista de frequência do próprio governador, na época em que era deputado estadual.

"Quem tem que se explicar é ele, se era funcionário ou aluno fantasma, porque não é possível estar em dois lugares ao mesmo tempo", disse Azambuja, referindo-se a suspeita de que o Marquinhos tivesse sido funcionário fantasma da Assembleia Legislativa em 1986, quando foi nomeado.

Desde que foi nomeado na Casa de Leis, essa é a primeira vez que Marquinhos Trad solicita abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito para fazer um levantamento de todos os servidores que foram e estão lotados nos gabinetes da Assembleia e do Tribunal de Contas do Estado. Ele também solicitou à Mesa Diretora as folhas de frequência e registros de ponto dos deputados Beto Pereira (PSDB) e Rinaldo Modesto (PSDB), além da lista de frequência do secretário de Fazenda e presidente estadual do PSDB, Marcio Monteiro, e do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), no período em que foram deputados estaduais, bem como de assessores e funcionários dos parlamentares tucanos.

Conforme o governador do Estado, as solicitações de Trad foram atendidas e as listas de comissionados e frequência já foram encaminhadas. "Não temos nada para esconder. Quem tem que se explicar é ele", disparou.

Ainda sobre o pleito de 2016, onde o deputado estadual disputará o segundo turno com a tucana e vice-governadora Rose Modesto, Azambuja questionou as promessas de campanha. "Tem candidato prometendo ônibus novos, com ar-condicionado, sem aumentar a tarifa. O dinheiro para essas promessas tem que sair de algum lugar. Quem vai pagar a conta?", ressaltou.

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