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Simone sacrificou disputa pela presidência do Senado para atender Puccinelli

Demora para oficializar candidatura foi explicada pelo ministro Marun

4 AGO 2018
Diana Christie e Celso Bejarano
12h10min
Foto: Arquivo/TopMídiaNews

A senadora Simone Tebet (MDB) articulava para assumir a presidência do Senado, quando teve os planos interrompidos pela prisão do ex-governador André Puccinelli (MDB). A informação é do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, que explicou o porquê da demora do partido em oficializar a candidatura da ex-prefeita de Três Lagoas.

Durante a convenção partidária do MDB, que ocorre na manhã deste sábado (4), na Associação Nipobrasileira, Marun revelou que Simone sonhava em repetir os feitos do pai, o ex-senador Ramez Tebet, no Congresso Nacional. No entanto, por ter grande carinho por Puccinelli, abriu mão do projeto pelo MDB.

O ministro ainda enfatizou que André andava triste na prisão, mas deve estar alegre hoje, ao saber que seu sonho será realizado e o MDB terá candidato para disputar o governo do Estado. “O partido transformou o limão em limonada”, declarou.

Mais cedo, Simone admitiu que definiu a candidatura ao governo apenas ontem pela manhã, durante visita ao ex-governador no presídio, onde ele ocupa cela com cerca de 20 presos, entre eles o ex-secretário de Obras, Edson Giroto, o empreiteiro João Amorim, e seu próprio filho, André Puccinelli Junior.

A senadora e agora candidata destaca que aceitou o desafio por três motivos: primeiro porque Puccinelli pediu, segundo pelo clamor do partido e terceiro porque não podia deixar o MDB, um dos maiores partidos do Estado, sem candidato.

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