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há 1 hora

Meses após cirurgia no quadril, Karoline sente menos dores e mãe celebra evolução em Campo Grande

Menina com microcefalia aguardava procedimento desde 2022 e agora sente mais conforto e menos dor no dia a dia

Quase um ano após passar por uma cirurgia no quadril, Karoline Rebeca Lopes de Arruda vive uma rotina bem diferente daquela enfrentada antes do procedimento realizado em Campo Grande. A menina, que tem microcefalia e paralisia cerebral, sente menos dores e voltou a ter mais mobilidade nas pernas, segundo a mãe, Luana Caroline Lopes.

A conquista veio depois de uma longa espera. Em setembro de 2025, o TopMídiaNews mostrou a luta da família para conseguir a cirurgia, aguardada desde 2022, além das dificuldades com transporte adaptado e acompanhamento médico.

Para Luana, o procedimento mudou a vida das duas e trouxe alívio para a filha. “Ela está bem. Na cirurgia do quadril correu tudo bem, graças a Deus”, comemora.

Antes da operação, o quadril deslocado fazia com que as pernas de Karoline permanecessem mais fechadas. A condição causava dor e dificultava até tarefas simples da rotina, como trocar a fralda e fazer a higienização.

Hoje, segundo a mãe, essas pequenas atividades já são feitas de outra forma.

“Está bem melhor. Como o quadril dela era fora do lugar, as perninhas ficavam fechadas. Até para a higienização e para trocar a fralda era bem complicado. Agora eu consigo trocar a fralda dela tranquila, ela tem movimentos nas perninhas novamente. Antes ela sentia dor, agora não”, comemora.

Para Luana, são justamente essas mudanças no dia a dia que mostram o tamanho da conquista.

“Antes era muito difícil porque ela sentia dor. Agora está bem mais confortável. Para mim também mudou muito na hora de cuidar dela”, conta.

Apesar da evolução, o período após a cirurgia também teve dificuldades. Conforme a mãe, a médica responsável pelo procedimento deixou de atender no hospital poucos dias depois da operação, o que provocou transtornos no acompanhamento de Karoline.

Segundo Luana, a filha também apresentou uma ferida no pé e acabou não realizando outra cirurgia que estava prevista para essa região.

Mais recentemente, a família recebeu o diagnóstico de osteoporose, situação que exige novos cuidados e acompanhamento médico.

Mesmo com as novas lutas, o sentimento é de alívio pela conquista de uma etapa que durante anos parecia distante.

“É tudo graças a Deus”, reforça Luana.

 

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