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Campo Grande

há 1 mês

Mãe questiona arquivamento de denúncia de agressão contra bebê em Campo Grande (vídeo)

A criança deu entrada em uma unidade de saúde com hematomas em diferentes regiões do corpo

Uma mãe recebeu com surpresa e indignação a decisão do Ministério Público de arquivar uma denúncia de suposta agressão contra seu filho, um bebê de apenas 1 ano. O caso aconteceu em novembro de 2025 e envolve uma babá investigada por suspeita de violência física contra a criança.

Segundo relato da mãe, ao buscar o filho na casa da cuidadora, percebeu diversos hematomas pelo corpo do bebê, incluindo marcas semelhantes a dedos e palmadas. Diante da situação, ela procurou atendimento médico e registrou boletim de ocorrência.

Em documento médico apresentado pela família, a criança deu entrada em uma unidade de saúde com hematomas em diferentes regiões do corpo, incluindo tórax e membros superiores e inferiores, com suspeita de agressão física. O bebê foi encaminhado para exame de corpo de delito e acompanhamento especializado.

Já no boletim de ocorrência, a mãe relatou desconfiar da versão apresentada pela babá, que afirmou que a criança teria caído durante uma brincadeira no quintal em um momento de chuva.

Conforme a denúncia, a investigada negou qualquer agressão. Ela afirmou que o menino escorregou em um degrau enquanto brincava.

Segundo a mãe, o laudo pericial apontou que as lesões poderiam ser compatíveis com agressão física. Apesar disso, o Ministério Público decidiu arquivar o procedimento por entender que não havia provas suficientes para confirmar agressão intencional. "Eu estou indignada que o Ministério Público arquivou isso", desabafou.

O que diz o Ministério Público? 

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) informa que o procedimento mencionado foi objeto de análise conforme os elementos constantes nos autos, tendo sido promovido o seu arquivamento por ausência de elementos suficientes para o prosseguimento da investigação.

Ressalta-se que foi publicado edital comunicando o arquivamento em 29 de abril de 2026, estando em curso o prazo legal de 30 dias corridos para eventual interposição de recurso por parte dos representantes legais da criança.

Durante a tramitação, foram considerados os dados e documentos disponíveis no procedimento, conforme os critérios técnicos e jurídicos aplicáveis à atuação ministerial.

 
 

 

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