Irredutíveis, os motoristas de ônibus entraram, nesta quinta-feira (18), no quarto dia de greve. A mobilização está sendo apoiada pela população, que questiona se realmente os repasses da prefeitura de Campo Grande foram feitos assim como o mostrados em planilhas de Excel, sem qualquer timbre se papel ou extrato referente as transferências.
A categoria parou segunda-feira (15), três dias após anunciar que daria uma greve total do transporte coletivo na cidade. Durante assembleia realizada na madrugada de quinta-feira (11), por unanimidade, eles resolveram lutar pelos seus direitos, já que estavam trabalhando sem receber salário, décimo terceiro e o vale.
No sábado, a empresa responsável pelo transporte coletivo chegou a pagar 50% do valor aos funcionários, no entanto, não adiantou. O Consórcio Guaicurus explicou que se a prefeitura não fizer os devidos repasses a empresa, continua sem condições de realizar os pagamentos dos trabalhadores.
Com multa de R$ 200 mil por dia ao sindicato, já que a justiça campo-grandenses entende que o transporte é um serviço essencial para a cidade, os motoristas seguem esperando sem rodar pelo pagamento.







