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Campo Grande

há 5 meses

Estudante tranca faculdade de medicina para tratar anemia falciforme em Campo Grande

Lucas Garcia enfrenta complicações graves da doença, que já o afastaram da universidade; família faz rifas para ajudar no tratamento

Desde criança, o estudante de medicina Lucas Garcia, de 27 anos, enfrenta a Anemia Falciforme, doença genética e hereditária, que afeta os glóbulos vermelhos e resulta em crises de dor intensa, infecções e danos a órgãos. Internado há quase 30 dias no Hospital da Cassems, o jovem campo-grandense teve piora na doença e agora faz rifa solidária para arcar com os custos do tratamento. 

Aos 14 anos, Lucas desenvolveu uma osteonecrose (‘morte’ de parte do osso devido à falta de suprimento sanguíneo) na cabeça do fêmur. Entretanto, a situação evoluiu e o jovem precisou passar por cirurgia para colocar uma prótese do lado direito do quadril. 

Porém, o que era para ser solução, se tornou mais um problema: um mês e meio depois houve uma rejeição da prótese, que evoluiu para uma infecção óssea, a osteomielite, e Lucas precisou voltar duas vezes para o centro cirúrgico. 

O pai do estudante, jardineiro, e a mãe, que trabalha como governanta, não têm condições de arcar sozinhos com as despesas médicas. Por isso, a família pede apoio da sociedade para dar visibilidade ao caso e viabilizar o tratamento.

“Os custos com medicamentos, exames e consultas antes de cada internação se tornaram gigantes, e nosso plano de saúde não cobre tudo. Minha família e eu esgotamos todos os nossos recursos e, hoje, não sabemos até quando conseguiremos manter o tratamento”, disse Lucas. 

A mãe do jovem, Tina Garcia, acompanha de perto cada etapa dessa luta e, mesmo diante das dificuldades, não esconde a dor de ver o filho passar por tanto sofrimento. “Para mim, é muito difícil, porque gostaria de estar ajudando mais, só que no momento, ver ele nessa situação é triste. A gente como mãe quer sempre o melhor para os nossos filhos, se pudéssemos trocamos de lugar com eles”, desabafa. 

Lucas era estudante do 8º semestre de medicina na UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), mas o sonho precisou ser interrompido por conta da doença. “Ele teve que trancar a faculdade, ficou deprimido, mas agora é erguer a cabeça e seguir em frente, cuidar da saúde para em breve voltar a rotina dele”, finaliza a mãe. 

Os interessados em colaborar podem adquirir um número da rifa por meio do link: rifa.digital/s/QGJbG1H60PH
 

 

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