Sócia do Eco Park Clube, que fica na região leste de Campo Grande, viu o dia de lazer virar frustração, ao se deparar com banheiros sujos, quiosques destruídos e o local lotado, mesmo com o risco da covid-19.
A mulher diz que paga mensalidades há dois anos e, até então, não havia usufruído do espaço, perto do autódromo de Campo Grande. Ela resolveu curtir o parque aquático justamente no dia da reabertura ao público, 4 de outubro, mas teve grandes decepções logo na chegada.
‘’Banheiros sem condições de uso e sem portas. Quando eu estava filmando, uma pessoa segurava a porta para a outra usar’’, reclamou. E acrescenta:
‘’...estava lotado, sendo que eu liguei antes e disseram que estavam com as vagas limitadas. Eles superlotaram o clube para arrecadarem dinheiro’’, reclamou a servidora pública.
Ainda segundo o relato, ela teria direito a um quiosque, mas o local não tinha cobertura e teve de aguentar o sol quente.
‘’Resolvi ficar ali porque tinha pia e churrasqueira’’, observou a denunciante. Ainda sobre o quiosque, o clube teria garantido que esses espaços são exclusivos para sócios, o que não teria ocorrido, diz ela.
‘’O que fizeram com a mensalidade durante todo esse tempo de pandemia que o clube não abria? Gostaria que eles tivessem mais zelo pelo local para valer os dois anos pagando em dia’’, concluiu.
Por diversas vezes tentamos contato com WhatsApp atribuído ao parque, as mensagens chegaram ao telefone, mas não foram respondidas. O espaço está aberto para a administração do clube.








