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Campo Grande

há 1 mês

Stº Antônio é protetor de devota há 22 anos e ajudou até no divórcio em Campo Grande

Ela entregou o coração ao Padroeiro e aprendeu com ele a perseverar na fé

  • Aposentada segura as mãos do santo há 22 anos
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  • Aposentada segura as mãos do santo há 22 anos

Há 22 anos uma idosa de 63 anos sabe bem a quem recorrer quando as ''águas do mar da vida'' querem afogá-la: é Santo Antônio de Pádua, padroeiro de Campo Grande. Ela já pediu ao santinho o contrário do que muitas mulheres desejam neste 13 de junho: ajuda no divórcio. 

De pai e mãe cristãos católicos, a fiel – que aqui será chamada pelo nome fictício de ''Izalcina'' - lembra que foi justamente a dificuldade no matrimônio que despertou a paixão pelo Santo, em 2002. Ela não entrou em detalhes, mas pelo falar deu para perceber que o negócio foi sério. 

''Quando tudo desmorona você lembra que Deus existe'', refletiu a aposentada. Ela acrescentou que foi até o padroeiro e pediu: ''se não fosse da vontade de Deus, que o casamento acabasse e ele saísse da minha vida. Foram dez anos de oração''. 

Desde então, o coração de Izalci foi tomado por amor, devoção, carinho e confiança no Padroeiro da Cidade. Ele se tornou fiel a ponto de ir quase todas as missas. O encanto pela obra era grande e chegou a atuar em pastoral, ajuda na Liturgia, ministra Extraordinária da Eucaristia e trabalho na Pastoral do Dízimo. 

Porém, mesmo com a devoção em ebulição, novos desafios vieram e Santo Antônio foi chamado novamente. Foi preciso olhar para o céu e pedir que a filha – afastada da igreja no período da adolescência - voltasse à obra. Deu certo e mais um ponto para o santinho!

Aposentada segura as mãos do santo há 22 anos

Santo ensinou aposentada a perseverar na fé (Foto: Reprodução Facebook Catedral Santo Antônio)

Como nem tudo são flores, a ajuda do santo foi mais uma vez pedida. Dessa vez um câncer de mama. Mas Santo Antônio segurou as mãos dela durante o tratamento, que não necessitou de retirada da mama. Ela está firme e forte, claro, com problemas inerentes à terceira idade. 

''O milagre maior foi descobrir no início da doença'', observa Izalci. 

Apesar de toda a ajuda espiritual, a devota pondera que o tempo de Deus nem sempre é aquele que o devoto espera. E até nisso o Padroeiro a ajudou. 

''A maior graça foi me ensinar a ser perseverante na fé e compreender que o meu tempo de querer não é tempo de Deus... e também não é do jeito que eu quero'', refletiu novamente a protegida de Santo Antônio. 

Questionada sobre o que é e o que o santo representa na vida dela, Izalci comentou: 

''Pela própria história foi um santo que teve vida culta de estudo, de pregador, pessoa ligada à Virgem Maria. Tudo que precisava pedia a ela, por essas razões ele é muito importante'', diz a aposentada que reforça a ideia que o Padroeiro continua sendo o ''doutor'' da igreja, ensinando como perseverar na fé. 
 

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