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Musa impedida de desfilar por causa de tatuagem do Bolsonaro está arrependida

No Instagram, Erika Canela explica que não imaginava tanta repercussão negativa

1 MAR 2019
Da redação/Meia Hora
13h25min
Foto: Reprodução/Meia Hora

A musa da escola de samba Unidos de Vila Madalena, Érika Canela, fez um apelo no Instagram, nesta quinta-feira. Por causa da tatuagem em homenagem ao presidente Jair Bolsonaro, a modelo foi proibida de desfilar no Sambódromo do Anhembi, que acontecerá no sábado (02).

"Não era meu intuito estar aparecendo aqui agora, mas por motivos maiores eu gostaria de esclarecer essa confusão. Acho que tenho direito de me defender, até mesmo porque fiz a tatuagem no meu corpo, com meu dinheiro e não prejudiquei ninguém", afirma.

Emocionada, a musa explica no vídeo que não imaginava que teria tanta repercussão negativa e que está afastada das redes sociais há um mês: "Só queria que vocês me respeitassem. O momento em que fiz essa tatuagem, não foi pra passar por isso. A fiz em um momento de euforia. Sou jovem. Então, por favor, respeitem as pessoas".

Erika foi vencedora da edição de 2016 do concurso Miss Bumbum Brasil, e a tatuagem de Bolsonaro não foi a primeira caricatura polêmica que a modelo fez no corpo. Há alguns anos, ela também ficou conhecida por tatuar o rosto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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