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Economia

Bolsonaro diz ser inviável congelar preço do combustível na canetada

O governante afirmou que muitas pessoas desejam esse método, mas ele explicou que não tem poder sobre a Petrobras

09 outubro 2021 - 14h42Por Vinicius Costa

Mesmo com a alta do preço da gasolina, o presidente Jair Bolsonaro disse que não é possível fazer muita coisa para mudar esse cenário, nem mesmo congelar os preços "na canetada". A fala foi dada nesta sexta-feira (8) em um evento em Campinas, em São Paulo.

O governante afirmou que muitas pessoas desejam esse método, mas ele explicou que não tem poder sobre a Petrobras e relembrou de experiências do passado ao falar sobre uma possível canetada.

"Reclamam no Brasil aumento de preço de mantimentos, combustível, ninguém faz isso porque quer. Eu não tenho poder sobre a Petrobras. Eu não vou na canetada congelar o preço do combustível, muitos querem. Nós já tivemos uma experiência de congelamento no passado".

Por isso, Bolsonaro explicou que não deve tomar nenhuma decisão que possa significar rompimento de contratos.

"Quando se fala em combustível, nós somos autossuficientes. Mas porque esse preço atrelado ao dólar, eu posso agora rasgar contratos? Como é que fica o Brasil perante o mundo? Cada vez mais a gente recupera a nossa confiança, em cada viagem que a gente faz pelo mundo", disse.

Bolsonaro enviou um projeto de lei ao Congresso com o objetivo de alterar a forma de tributação do ICMS dos combustíveis. O presidente tem procurado responsabilizar os governadores, que manejam o ICMS, por boa parte da alta dos combustíveis, detalhou o UOL.

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