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quarta, 23 de setembro de 2020
Economia

Empresários e entidades sindicais repercutem a reforma da Previdência

Oito entidades sindicais promoveram um protesto na Praça da Sé, na capital paulista, criticando o texto

20 fevereiro 2019 - 17h47Por Agência Brasil

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) elogiaram hoje (20) a proposta da reforma da Previdência, confiando que contribuirá para o crescimento econômico do país. Oito entidades sindicais promoveram um protesto na Praça da Sé, na capital paulista, criticando o texto.

Para a Febraban, a proposta busca justiça e garantir um efeito fiscal positivo e significativo nas contas dos governos federal, estaduais e municipais. “A mudança das regras atuais da Previdência é essencial para garantir o crescimento sustentado da economia e maior geração de empregos no país”, diz nota assinada pelo presidente da entidade, Murilo Portugal

Agilidade

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) disse que é fundamental aprovar as mudanças logo. “O aumento da expectativa de vida da população brasileira e a queda na taxa de natalidade, aliada ao crescente déficit na conta da previdência, tornam a reforma necessária e urgente para garantir a sustentabilidade do sistema para os futuros aposentados”, diz a nota da Fecomerciso-SP.

A entidade, destacou ainda que a reforma da Previdência deveria unificar as regras de todos os segmentos – privado, público e militares. A federação elogiou o fim da obrigatoriedade da multa na demissão dos empregados que já estiverem aposentados.

Críticas

Oito centrais sindicais de trabalhadores protestaram hoje (20) na Praça da Sé, no centro da capital paulista, contra a Reforma da Previdência. Para as entidades, a reforma não acaba com privilégios.

Participaram do ato Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central, Intersindical, Centra Sindical e Popular-Conlutas e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)

Segundo os organizadores, o ato contou com a presença de aproximadamente, 10 mil pessoas. O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, disse que o movimento sindical irá intensificar a mobilização contra a reforma apresentada.

 

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