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Especial: Câncer, uma luta possível

Hospitais, gestores e os pacientes que lutam contra a doença

07 março 2017 - 15h50Por Vinícius Squinelo
Especial: Câncer, uma luta possível

Não desista. A frase, ouvida por quem acabou de saber o diagnóstico da doença, é quase um mantra. O câncer foi a principal causa de morte por doença na faixa etária dos 15 a 29 anos, de acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer). Fica atrás apenas de ‘causas externas”, que são acidentes e mortes violentas.

A partir desta semana, o TopMídiaNews apresenta série de reportagens que envolve o combate ao câncer em Mato Grosso do Sul. Se por um lado, a medicina oncológica avança, com novos tratamentos, do outro, os velhos problemas que o brasileiro conhece: burocracia, atraso de medicamentos e altos custos do tratamento.

Com os tratamentos disponíveis hoje, segundo Paulo Hoff, um dos mais reconhecidos oncologistas do País, 60% dos pacientes sobrevivem. Mas muitos ainda sofrem por falta de diagnóstico precoce, o que diminui as chances de cura.

Principal fonte de renda do setor privado no tratamento de câncer, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem fracassado nas ações dos gestores quando se trata de investir em hospitais públicos. Em Mato Grosso do Sul todo o tratamento para a doença é financiado pelos Governos Federal, estadual e municipais e realizado por instituições filantrópicas, fundações privadas, cooperativas e afins.

Acompanhe a série de reportagens e faça parte deste debate.