Menu
quarta, 25 de novembro de 2020
Geral

Bolsonaro critica falas de Joe Biden e sugere: 'quando acabar a saliva, tem que ter pólvora'

Vencedor das eleições nos EUA disse que pode impor sanções caso Brasil não altere a política ambiental

10 novembro 2020 - 20h51Por Thiago de Souza

O presidente Jair Bolsonaro comentou, nesta terça-feira (10), as críticas feitas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre a Amazônia e o Brasil. Bolsonaro disse que ‘’quando acabar a saliva, tem que ter pólvora’’. 

A fala, ocorrida em evento do Palácio do Planalto, na presença de diversas autoridades, foi interpretada como um possível rompimento com os EUA caso as críticas do novo presidente continuem. Biden disse, por várias vezes, que pode aplicar sanções ao Brasil caso o país não mude sua política ambiental. 

“Assistimos há pouco um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas na diplomacia não dá, não é, Ernesto [Araújo]? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos”, desabafou Bolsonaro. 

Até o momento, o presidente Jair Bolsonaro não cumprimentou Biden pela vitória nas eleições. O presidente e Donald Trump mantiveram relações de afinidade durante os últimos dois anos. 
 

Leia Também

Mãe e bebê de dois meses morrem após carro bater em coqueiro em Bonito
Interior
Mãe e bebê de dois meses morrem após carro bater em coqueiro em Bonito
Tumor retirado da cabeça de prefeito de Coxim é benigno, dizem médicos
Interior
Tumor retirado da cabeça de prefeito de Coxim é benigno, dizem médicos
Presidente da Fundação Palmares ataca: 'morto no Carrefour não era preto honrado'
Geral
Presidente da Fundação Palmares ataca: 'morto no Carrefour não era preto honrado'
Brasil tem 654 mortes por covid em 24h, diz Ministério da Saúde
Geral
Brasil tem 654 mortes por covid em 24h, diz Ministério da Saúde