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Em plena crise de coronavírus, PMs são denunciados por fazer orgia em batalhão

Um grupo de policiais militares é acusado de driblar a ordem de isolamento social para receber visitas íntimas

15 abril 2020 - 10h17Por Rayani Santa Cruz

Um grupo de policiais militares é acusado de driblar a ordem de isolamento social para receber visitas íntimas de uma jovem dentro de batalhões e bases de unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro. A denúncia foi encaminhada para a Corregedoria da corporação e os agentes envolvidos nas orgias podem ser presos ou expulsos do cargo.

Segundo o site Meia Hora, a acusação é feita por esposas e namoradas de Policiais suspeitos de participarem dos encontros. Patty UPP, como já é conhecida, teria sido filmada e fotografada mantendo relações sexuais com um grupo de PMs durante expediente. 

A mulher é acusada de ter frequentado pelo menos três UPPs e dois batalhões durante o período de isolamento por conta do novo coronavírus. Um dos encontros teria acontecido na quarta-feira da semana passada, dia 8 de abril. 

“Se nós estamos respeitando a quarentena, porque a Patty e os Policiais não respeitam?”, revolta-se a esposa de um policial.

As imagens de Patty UPP com os policiais foram divulgadas em grupos de WhatsApp. Nas fotos, a mulher aparece usando uniformes dos PMs. Em uma imagem, o policial coloca uma pistola sobre o corpo da jovem.

Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar afirma que a corregedoria abriu inquérito para averiguar as denúncias, mas o caso segue sob sigilo. Caso sejam identificados e condenados, os PMs podem pegar de seis meses a um ano de prisão.

Ainda conforme o site, em defesa, Patty UPP diz que os encontros com os PMs acontecem em hotéis quando os agentes estão em seus dias de folga.