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Polícia prende piloto de facção brasileira que pode ter executado promotor paraguaio (vídeo)

Ele teria transportado oito toneladas de cocaína do Brasil para diversos continentes

19 maio 2022 - 15h32Por Thiago de Souza

Força policial prendeu um piloto de avião, suspeito de atuar para a maior facção criminosa do Brasil e que teria envolvimento no assassinato do promotor de Justiça do Paraguai, Marcelo Pecci, no dia 10 de maio, em uma praia da Colômbia. 

Conforme a TV Caracarol, o suspeito foi abordado por policiais, quando andava tranquilamente pela calçada, em Bogotá, na Colômbia. Ele foi identificado como Diego Maurício Blanco. 

Segundo a emissora do país vizinho, as autoridades brasileiras também caçavam Diego, inclusive o nome dele constava na Lista Vermelha da Interpol. 

As autoridades paraguaias e colombianas acreditam que a facção brasileira, criada em presídios de São Paulo, está por trás da execução do procurador Pecci. 

Ainda de acordo com a reportagem, o chefe da polícia colombiana, general Jorge Luis Vargas, ressaltou que o procurador Marcelo Pecci, era uma das autoridades paraguaias que mais combatia os crimes na tríplice fronteira. 

Jorge Luis Vargas detalhou que, segundo o Ministério Público Federal do Brasil, Diego Blanco foi contratado pela facção para falsificar as matrículas das aeronaves, que usou para transportar oito toneladas de cocaína. Foram 23 voos realizados do Brasil para a Venezuela, Bolívia, América Central, África e Europa. 

Outros 16 suspeitos também foram presos na operação que prendeu Blanco. Todos eles tinham pedido de extradição para países onde cometeram crimes e estavam escondidos na Colômbia. São 14 colombianos, dois italianos, dominicanos, um albanês e um holandês. 

A reportagem trouxe ainda que, alguns dos suspeitos, estavam envolvidos com lavagem de dinheiro no Paraguai. 

Promotor

Marcelo Pecci estava em lua-de-mel, em uma praia perto de Cartagena, na Colômbia. A esposa dele, uma jornalista paraguaia, tirou fotos e o casal estava repleto de felicidade, pois ela estava esperando um filho. 

Em dado momento, suspeitos vieram de barco, do alto mar, e desceram na praia, onde atiraram no promotor. A esposa entrou em pânico ao ver o marido morto.