A prefeitura de Campo Grande inaugurou 2026 com uma nova vocação: a de "leão" de chácara fiscal. Enquanto o contribuinte ainda tenta engolir o boleto do IPTU, a gestão Adriane Lopes (PP) decidiu espremer até a última gota, distribuindo multas de mais de R$ 8 mil para quem ousou assentar um tijolo sem a bênção burocrática. O motivo é simples: cobrir o rombo administrativo do ano anterior, que fechou no limite máximo de gastos.
A ironia é que sobra eficiência para apertar o bolso do cidadão, mas falta o básico para gerir a própria casa, com ausência de serviços de tapa-buraco, falta de medicamentos nos postos de saúde e obras inacabadas. E a informação não é de apenas "olhar" a cidade. O mesmo diário oficial que traz multas e mais multas para os campo-grandenses admite que a prefeitura está devendo remédios adquiridos através de consórcio no ano passado. E seguimos...
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