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Polícia

31/07/2017 15:09

Acusado de ajudar a esconder corpo de Mayara usou dinheiro da vítima para comprar home theater

Anderson foi preso usando o veículo da vítima no dia seguinte ao crime

Acusado de ajudar a esconder o corpo da musicista Mayara Amaral, 27 anos, Anderson Sanches Pereira, 31 anos, teria usado o dinheiro roubado da vítima para comprar um home theater nas Casas Bahia. A informação faz parte dos depoimentos de policiais civis que ajudaram a desvendar o crime ocorrido na última terça-feira (25).

Segundo a polícia, Anderson ajudou Luis Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, e Ronaldo da Silva Olmedo, 30 anos, a abandonar o corpo da jovem na região do Inferninho, na saída para Rochedo. Antes, eles tentaram enterrar Mayara, mas a região escolhida era escorregadia, formada por um lamaçal, e o grupo desistiu da ideia.

Após o crime, os três dividiram os bens da vítima: dinheiro, um notebook, dois instrumentos musicais, telefone celular e um veículo Gol antigo.  Anderson teria ficado com o dinheiro, cerca de R$ 1 mil, e teria repassado o valor a uma quarta pessoa, que emprestou o cartão de crédito para que ele comprasse o aparelho de som.

Horas depois de comprar o home theater, ele foi preso usando o carro da vítima e com o equipamento no porta-malas.

O crime

Conforme o delegado Thiago Macedo, da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga, apenas Luis Alberto confessou o crime. Ele contou que marcou um encontro com Ronaldo e a vítima em um motel na saída de Rochedo, na noite de segunda-feira (24), onde Mayara foi assassinada a marteladas.

Luis e Ronaldo seguiram com Mayara já sem vida até a casa de Anderson. Lá, eles repartiram os bens da musicista. “Para despistar a polícia, Luis pegou o celular da vítima e mandou uma mensagem para a mãe e uma amiga da Mayara, tentando incriminar outro rapaz com quem ela mantinha um relacionamento”, explicou o delegado.

Após seis a oito horas da morte da musicista, o trio levou o corpo para saída de Rochedo, onde simularam um incêndio na pastagem e também colocaram fogo no corpo da vítima, para tentar dificultar a identificação. 

De acordo com o delegado, um primeiro suspeito chegou a ser detido, mas ficou comprovado que ele não tinha nenhum envolvimento com o crime. "Durante as investigações, rastreamos o celular da vítima com um aplicativo e acabamos chegando até o Luis. Na casa dele, encontramos objetos pessoais da vítima, inclusive as roupas que ela usava no dia crime, que estavam sujas de sangue", detalhou.

Ronaldo e Anderson foram presos horas depois com o carro da vítima, um VW Gol.

Para o delegado, ficou claro que eles planejaram o crime com a intenção de roubar a vítima, mesmo que para isso eles tivessem que matá-la.

O trio responderá por latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver.

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