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Polícia

Chamados de macacos: após ataques, secretário ressalta capacitação da Guarda Civil

Entrando na polêmica, o secretário de segurança pública reforçou que guarda e polícia atuam com o mesmo objetivo: proteger a população da criminalidade

24 novembro 2020 - 13h00Por Diana Christie

O secretário de Segura Pública de Campo Grande, Valério Azambuja, repudiou os ataques à Guarda Civil Metropolitana e destacou a capacitação dos servidores do município, em vídeo divulgado nesta terça-feira (24).

“A Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande possui entre seus quadros servidores com, no mínimo, segundo grau. Uma parcela já possui nível superior e hoje nós contamos em nossos quadros servidores com pós-graduações em várias áreas. Lamentamos profundamente o que ocorreu em relação ao comentário infeliz do internauta”, diz.

Entrando na polêmica, o secretário de segurança pública reforçou que guarda e polícia atuam com o mesmo objetivo: proteger a população da criminalidade.

“Mais uma vez nós deixamos claro que a corporação guarda civil metropolitana é a base do concurso público, do curso de formação especifica e, acima de tudo, ela é treinada, é capacitada para auxiliar a questão da segurança pública e da segurança do cidadão campo-grandense”, finaliza.

Assista:

O caso

Ontem (23), o comandante da Guarda Civil Metropolitana, Anderson Gonzaga da Silva Assis, registrou um boletim de ocorrência contra o vendedor domiciliar Diego Pelzl de Oliveira, 34 anos, por conta de um comentário realizado pelo Facebook, na página de um jornal de Campo Grande.

Em uma notícia que denuncia suposta agressão a coletores de lixo (leia aqui), Diego comenta que a prefeitura faz um concurso “a nível de macaco” e que não espera outro comportamento da Guarda Civil Municipal.

“Sempre digo, fizeram um concurso a "nível macaco" e querem pessoas educadas e com postura lá dentro??? Só vão achar pebas, 80% da guarda não vale o pão que come, e depois ainda querem respeito”, diz.

“Policia de verdade é a nossa PMMS (Polícia Militar), essa guarda deveria estar cuidando de praças, órgãos públicos, escolas e creches e deixar a segurança da população nas mãos de profissionais capacitados e com postura, como sempre foi, deixar com a PMMS. É simples”, complementa.

O comandante Anderson alega “se sentiu caluniado” com o comentário e “deseja representar civilmente e criminalmente contra o autor”. O caso segue para investigação.